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CPFL Paulista alerta para cuidados com a instalação de enfeites luminosos no Natal

Faz parte da tradição natalina o uso de luzes para embelezar e iluminar residências, comércio e ruas das cidades no final de ano. Pela tradição católica, a montagem da Árvore de Natal, assim como a decoração de fachadas de residências e comércios com as clássicas lâmpadas coloridas, deve começar no primeiro domingo do Tempo do Advento, que ocorre quatro domingos antes do Natal. Ou seja, em 2020 essa data ocorreu em 29 de novembro. Para garantir que as festividades de fim de ano ocorram com segurança, economia e alegria, a CPFL Paulista dá dicas de utilização destes produtos.
 
Antes de iniciar a decoração das fachadas e instalação dos enfeites nas Árvores de Natal, é importante verificar as condições dos fios dos piscas-piscas. É comum que, ao longo do tempo após vários anos de uso, os cabos do enfeite fiquem ressecados ou rompidos. Nestas condições, a CPFL Paulista recomenda a compra de um novo enfeite para evitar choques elétricos, curtos-circuitos e até incêndios, além que gerem gastos desnecessários no consumo de energia elétrica.
 
Outra precaução de segurança é checar o estado das instalações elétricas antes de ligar qualquer enfeite natalino à tomada, verificando se a capacidade e a resistência dos condutores, tanto da fonte de energia quanto dos enfeites em si, são compatíveis com a carga elétrica requerida. Assim, o consumidor deve ficar atento às informações sobre potência, tensão de alimentação e instruções de uso que consta na embalagem do pisca-pisca.
 
“Não se deve fazer nenhuma instalação elétrica sem conhecimento. O correto é consultar um eletricista qualificado para abrir o quadro de força de sua casa e verificar todas as conexões de cabos. Uma fiação defeituosa ou solta, somada a uma sobrecarga adicional, é causa comum de danos graves, como o superaquecimento, choques e até a queima da fiação elétrica e consequente incêndio da casa. Nunca ligue vários enfeites em uma tomada usando o perigoso benjamim, ou faça emendas de fios, que também podem ser pontos de superaquecimento”, diz Roberto Sartori, diretor Presidente da CPFL Paulista
 
Distribuir a demanda adicional de energia elétrica gerada pelo uso de luzes decorativas, enfeites luminosos, presépios e outros acessórios elétricos entre diferentes pontos da casa diminui a possibilidade de uma faísca por sobrecarga ou superaquecimento dos cabos. O ideal é que os acessórios tenham fusíveis de proteção para isolar a falha sem afetar o circuito completo da casa.
 
Certifique-se de que os enfeites sejam de boa qualidade, certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Essa certificação garante maior segurança, por assegurar que os equipamentos foram submetidos a vários testes antes de chegar ao mercado. Procure comprar os enfeites em lojas de sua confiança, onde os vendedores podem informar sobre a qualidade do que está sendo adquirido. Lembre-se sempre de realizar as instalações do pisca-pisca sempre com ele desligado da tomada.
 
Não é recomendada a colocação dos enfeites luminosos próximos a piscinas ou em locais molhados. Em áreas sujeitas a chuvas, o consumidor os modelos de piscas-piscas resistentes à água. A pessoa também deve evitar, a todo custo, instalar a decoração natalina com mãos e pés molhados dado o risco de choque.
 
Dentro de casa, o alerta é para que as crianças tenham acesso vigiado à Árvore de Natal, pois elas podem sofrer choque elétrico ou provocar acidentes ao mexer nos enfeites. Antes de sair de casa, não se esqueça de desligar os enfeites luminosos.
 
Verifique se a Árvore de Natal é resistente ao fogo. Se possível, opte pelos modelos que não são inflamáveis. Deve-se também evitar o contato dos piscas-piscas com objetos e enfeites que podem pegar fogo.
 
Ao comprar um enfeite novo, opte por produtos LED (Light Emitting Diode), que, apesar de mais caros, duram mais e são mais econômicos. Os cordões natalinos convencionais utilizavam filamentos incandescentes, ou seja, são de baixa eficiência e com consumo de energia mais elevado.
 
Com a popularização do LED, o mercado oferece cordões com mais de 300 pontos de luz consumindo menos de 10 watts. Os LEDs são mais seguros, pois trabalham a baixas temperaturas. Cuidados devem ser tomados para não efetuar emendas que podem prejudicar o seu funcionamento e, eventualmente, causar um curto circuito.
 
Distância segura
 
Para o comércio ou mesmo as residências que possuem enfeites na fachada, é necessário manter uma distância segura entre a decoração externa e a rede de distribuição de energia elétrica da CPFL. Não suba em postes ou em árvores próximas da rede elétrica para pendurar os enfeites e nunca tente fazer ligação direta da iluminação natalina na rede elétrica da distribuidora de energia. Os enfeites também devem ser bem afixados, de forma que não arrebentem durante um temporal, vindo a ser lançados na rede e podendo provocar um curto-circuito. No caso de dúvidas sobre a instalação externa, consulte sempre a distribuidora de energia.
 
Dicas na iluminação de Natal
Providencie uma revisão das instalações elétricas antes de iniciar a decoração e faça uma boa revisão dos fios decorativos e dos piscas antes de instalá-los.
foto: Kris Bristot
 
 
A escolha das lâmpadas
É possível encontrar enfeites luminosos de Natal à base de LEDs no mercado, porém a um preço um pouco maior. O diferencial é que um pisca-pisca com até 300 lâmpadas LED possui em média uma potência de 6W a 10W. Além disso, as lâmpadas LED duram mais, produzem menos calor sendo assim mais seguras. Se puder optar por eles, os benefícios são:
·        Luzes mais econômicas que consumem menos energia;
·        Brilho mais intenso;
·        Vida útil maior;
·        Esquentam menos do que as lâmpadas convencionais, o que diminui o risco do calor incendiar artigos inflamáveis, como árvores de Natal com decorações de papel etc.
 
Consumo
O consumo de energia vai depender da quantidade de lâmpadas que serão utilizadas. Cada pequena lâmpada incandescente utilizada na decoração das árvores de Natal consome entre 1 Watt e 5 Watts. Portanto, um conjunto cem luzinhas (o modelo mais comum encontrado no mercado), de 1 watt cada, por exemplo, tem uma potência equivalente entre 100W (o mesmo que uma antiga lâmpada incandescente de 100W), que se ficar acesa durante 4 horas por dia consome 12kWh/mês de energia elétrica. Já um conjunto de até 300 lâmpadas em LED consome até 10W.​
Sobre a CPFL Energia. A CPFL Energia, há 108 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, transmissão, comercialização e serviços. Desde janeiro de 2017, o Grupo faz parte da State Grid, estatal chinesa que é a quinta maior organização empresarial do mundo e a maior empresa de energia elétrica, atendendo 88% do território chinês e com operações na Itália, Austrália, Portugal, Filipinas e Hong Kong.

Com 14% de participação, a CPFL Energia é uma das maiores empresas no mercado de distribuição, totalizando mais de 9,9 milhões de clientes em 696 cidades, entre os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, é uma das líderes no mercado livre, com participação de mercado de 4%. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres entre as comercializadoras.

Na geração, é a terceira maior agente privada do País, com capacidade instalada de 4.305 MW, no final de setembro de 2020. Tem um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis, como grandes hidrelétricas, usinas eólicas, térmicas a biomassa, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e usina solar. A CPFL Renováveis é a maior empresa de geração da América Latina a partir de fontes alternativas de energia.

A CPFL Energia possui ações listadas no Novo Mercado da B3. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros, por meio do Instituto CPFL.

Sobre FERNANDO BRUDER TEODORO

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