Saúde

Sabesp entrega mais de 2.800 copinhos de água para as Casas de Apoio do Hospital das Clinicas da Unesp de Botucatu

A Sabesp entregou mais de 2.800 copos de água, disponíveis em seu estoque, totalizando 60 caixas, para as quatro Casas de Apoio mantidas pelo Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina – HCFMB -, da Unesp em Botucatu. Cada copo tem 200 ml de água, ou seja, são mais de 560 litros de água que serão destinados aos pacientes em tratamento e acompanhantes que se hospedam nas Casas.
A iniciativa contribui para a prevenção ao contágio pelo coronavírus, uma vez que o copo individual de água evita a utilização de bebedouros de uso comum e de copos descartáveis disponíveis em suportes.

“A água é um recurso essencial para enfrentar a pandemia do coronavírus, além da higienização os cuidados com a saúde incluem uma boa hidratação, isto é beber muita água. Por isso ficamos felizes em poder colaborar com as pessoas que estão fragilizadas ou em tratamento. Essa é uma ação de solidariedade da Empresa, que além de cuidar do saneamento se preocupa em distribuir água de qualidade para toda população, principalmente, aos mais necessitados como os usuários das Casas de Apoio que estão passando por atendimento no HC e sofrem ainda mais com a pandemia da Covid 19”, afirmou o Superintendente da Unidade de Negócio Médio Tietê da Sabesp, Maurício Tápia.

Casas de Apoio do HCFMB

Referência nacional no atendimento médico, o Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) recebe milhares de pacientes provenientes de todas as regiões do país. Pessoas que geralmente vêm acompanhadas por familiares podem ficar nas Casas de Apoio. O atendimento é prestado em parceria com o Serviço Social do HCFMB, que faz o encaminhamento dos pacientes. A entidade mantém quatro unidades de atendimento: Casa de Apoio I – acolhe pacientes vítimas de câncer; Casa de Apoio II – destinada às crianças com câncer; Casa de Apoio III – voltada às mães que amamentam bebês prematuros e a Casa de Associações (unidade IV) – destinada a projetos de inclusão digital e social. No total são 114 leitos, divididos em apartamentos que trazem todo conforto e comodidade. As Casas de Apoio oferecem oficinas artesanais; lavanderia completa; cozinha e refeitório, servindo mais de 700 refeições por dia em cinco horários diferentes; além de bazar beneficente exclusivo aos usuários. Cada casa conta com aproximadamente 340 metros quadrados que abrangem de seis a dez apartamentos, sala para lazer, cozinha e banheiros e acessibilidade (instalação de rampas para portadores de necessidades especiais). Durante o período em que fica no serviço, o paciente e seus acompanhantes têm à disposição café da manhã, almoço, chá da tarde, jantar e chá noturno. Aqueles que recebem uma dieta diferenciada em virtude do tratamento são supervisionados pelo próprio Hospital.

Fonte: Assessoria de imprensa da Sabesp

Centro de Referência da Mulher atende mais de 100 casos para proteger mulheres em Botucatu

O Centro de Referência da Mulher em Botucatu vem atuando todos os dias no atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência doméstica na Cidade. O CRM é ligado a Secretaria Municipal de Assistência Social.

O CRM tem como objetivo realizar o atendimento especializado as mulheres que sofreram violência, a equipe presta atendimento social, psicológico e orientação jurídica .

 

Desde a sua inauguração, em dezembro de 2020, o Centro de referência da Mulher já recebeu 123 casos encaminhados através de boletins de ocorrências e de serviços municipais da saúde, assistência social, conselho tutelar entre outros.

 

“Esses casos não estão necessariamente relacionados a violência física somente, mas também a violência psicológica, ameaças, assédio, injúria, violência sexual, dentre outras. Acompanhamos todos eles, junto a outros órgãos da Cidade para oferecer as vitimas o suporte necessário”, afirma Rosemary Pinton, Secretária Municipal de Assistência Social.

 

O Centro de Referência da Mulher está localizado na Avenida Paula Vieira, 511 na Vila Jahu. No mesmo prédio, funciona também o Centro de Referência Especializado de Assistência Social, CREAS.

 

Os encaminhamentos podem ser realizados através de contato telefônico, e-mail e demanda espontânea.

E-mail: crmulher@botucatu.sp.gov.br

 

O Centro de Referência da Mulher atende no mesmo horário de expediente dos demais serviços da Secretaria de Assistência Social das 8:00 às 17:00. Mesmo com a pandemia, e devido a complexidade das situações de violência o atendimento é realizado presencialmente ou através de agendamento, pelo telefone (14) 3811-1580.

 

Serviço:

Centro de Referência da Mulher

Avenida Paula Vieira, 511 – Vila Jahu

Telefone: (14) 3811-1580

Prefeito anuncia readequação no Hospital Sorocabana com mais leitos para atender pacientes com Covid-19

O anúncio aconteceu na manhã deste sábado dia 30, durante uma coletiva de imprensa no Teatro Municipal.

Estiveram presentes autoridades do município, com a participação do superintendente do Hospital das Clínicas de Botucatu e do presidente da Unimed de Botucatu, Walfrido Oberg, secretário municipal de Saúde, André Spadaro.

Os casos, segundo o secretário municipal de Saúde, André Spadaro, pode chegar a mais de 700 casos por semana.

A primeira medida foi de deixar a rede privada de sobreaviso para a transferência de pacientes de Botucatu, segundo contrato já firmado entre as partes.

Serão criados 8 leitos, sendo 4 imediatamente semi-intensivos no Pronto Socorro adulto.

Essas unidades terão suporte de oxigênio e equipes de enfermagem, médicos e fisioterapia.

A terceira medida é a reabertura do Hospital Sorocabana com 10 leitos em regime semi-intensivos. O local será acionado a partir de 8 de fevereiro.

Quanto a abertura dos leitos semi-intensivos, o secretário de saúde André Spadaro disse que parte dos pacientes internados que são de Botucatu podem ter cuidado inicial antes de uma pronta internação em UTI.

Com essas iniciativas, a prefeitura espera que as taxas de ocupação em leitos UTI tenha redução, desafogando o sistema público de saúde.

Prefeitura de Botucatu tem novo site a partir de sexta-feira, 29

A Prefeitura de Botucatu está atualizando o seu portal na internet. O novo site deve entrar no ar no meio da tarde desta sexta-feira, 29.

 

Além da mudança no layout, o novo site será responsivo, se adaptando à tela de celulares e tablets e contará com ferramentas de acessibilidade, como libras, audiodescrição, mudança de cores e aumento das letras.

 

No site da Prefeitura, além de notícias sobre a Administração Pública, o munícipe consegue serviços online, como segunda via do IPTU, certidões negativas, Ouvidoria, entre outros.

 

“A atualização do site era uma necessidade antiga da Prefeitura. Estamos modernizando o nosso portal e melhorando o acesso principalmente para celulares e tablet, já que a maioria das pessoas usa esses dispositivos para navegar na internet”, afirma o Secretário de Comunicação e Participação Popular, André Rogério Barbosa, o Curumim.

 

O antigo site ficará disponível para consulta nas próximas semanas através de um link de acesso no novo portal.

 

O endereço de acesso continua o mesmo: www.botucatu.sp.gov.br

Vigilância Sanitária multa agência bancária em R$ 20 mil por descumprir medidas de segurança

A Vigilância Sanitária Municipal de Botucatu autuou na manhã desta sexta-feira, 29, uma agência bancária no Centro por descumprir medidas de segurança.

 

Além de não cumprir o distanciamento adequado entre os clientes, a empresa não disponibilizava álcool em gel para higienização das mãos e não realizava a higienização dos equipamentos, como o Caixa Eletrônico.

 

A agência bancária foi multada em aproximadamente R$ 20 mil.

Botucatu recebe mais 3 mil doses da vacina de Oxford

A Secretária de Saúde de Botucatu recebeu mais 3 mil doses de vacina para a Covid-19.

 

As doses estão sendo distribuídas para unidades hospitalares e serviços de saúde da Cidade, como Hospital Cantídeo, AME, Lucy Montoro, além do Hospital das Clínicas e Unimed.

 

Para o o Hospital das Clínicas foram 1.500 doses que reforçarão a imunização dos profissionais da linha de frente, atingindo 95% da cobertura vacinal.

 

Para a Unimed foram distribuídas mais 400 doses, com as quais serão imunizados 70% dos profissionais de saúde das duas unidades hospitalares.

 

A vacinação em Botucatu segue as orientações da Programa Nacional de Imunização.

Vacina, crianças e volta às aulas: muitas questões e poucas respostas

Após quase um ano de isolamento e com uma segunda onda importante e ascendente acontecendo, temos, enfim, uma vacina que já começou, aos poucos, a ser aplicada na população.

Um questionamento que nós, pediatras, temos ouvido muito – e que vem reverberando bastante nas redes sociais, tirando o sono de muitos pais – em razão do eminente período de volta às aulas, é: por que as crianças não constam do calendário prioritário de vacinação? É um questionamento importante, então vou tentar esclarecer aqui alguns pontos em relação a isso.

As vacinas que vêm sendo produzidas e desenvolvidas em todo o mundo não têm o público infantil como base de estudo. Isso se deve ao fato de que, pelo menos até o momento, a Covid-19 e suas variações são potencialmente perigosas para o público adulto, idoso e com comorbidades. Assim, eles são prioridades nos estudos, testes e no processo de imunização. A taxa de incidência da doença na população pediátrica é bem menor do que na população em geral, assim como a letalidade. Além disso, as vacinas não foram testadas nesse público, então não podem, neste momento, ser aplicadas em crianças. O mesmo se aplica para as gestantes.

De acordo com estudo publicado pelos Centros para a Prevenção e o Controle de Doenças (CDC) no final de 2020 – feito a partir de quase 280 mil casos de crianças que testaram positivo para Covid-19 nos EUA, as taxas de letalidade por faixa etária eram de 0,003% (0-19 anos), 0,02% (20-49 anos), 0,5% (50-69 anos) y 5,4% (70 anos e mais). Publicada pela revista Jama Pediatrics, uma análise que compilou 32 estudos sobre o tema concluiu que as crianças e adolescentes menores de 20 anos tinham de fato 44% menos chances de contrair a Covid-19. Até o final de 2020, 514 crianças de até 5 faleceram devido à Covid-19 no Brasil. Do total de óbitos no período, que era de cerca de 195 mil, o público de até 5 anos respondia por 0,26%. Devido a esses dados, as crianças ainda não são prioridade para o desenvolvimento de vacinas.

Ainda teremos muito o que falar da pandemia, ela não vai desacelerar a ponto de podermos relaxar com as medidas de prevenção da transmissibilidade do Coronavírus, como o uso de máscaras corretamente, higiene frequente das mãos e distanciamento social. O que é necessário todo pediatra fazer, e estamos fazendo isso, é orientar os pais a manter os cuidados, pois a imunização em escala global ainda levará algum tempo até que se possa conter os efeitos do vírus.

Devemos ainda ter atenção quanto à saúde mental das crianças, que perderam quase um ano de contato presencial com outras pessoas, socialização e desenvolvimento escolar. É preciso que elas retornem às escolas o quanto antes, porém com responsabilidade e controle, guardando-se as particularidades de cada região e de cada unidade escolar. Contudo, vale ressaltar que não é só a saúde delas que está comprometida, mas de toda a população. Idosos também vivenciam período difícil. O confinamento e todas as outras restrições e orientações impostas para se tentar conter a disseminação do vírus acabaram se tornando uma forma de sobrevivência para esta faixa etária. Nada tem sido fácil.

Acabamos de retornar à fase vermelha no Estado de São Paulo e os números nacionais vêm subindo assustadoramente. Enquanto escrevo este texto, já estamos em 8,9 milhões de casos e quase 218 mil óbitos em razão da doença. Enquanto isso, discute-se o retorno das atividades escolares presenciais no início de fevereiro. Se até lá essa prerrogativa não mudar, teremos um desafio imenso com que lidar. Mais um. Assim, se a opção for voltar, é preciso que essa retomada seja com todo planejamento possível – distanciamento entre os alunos, utilização de máscaras, higiene constante das mãos com água e sabão e álcool em gel, atividades realizadas preferencialmente ao ar livre e alternância entre grupos nas dependências da escola. As salas de aula precisam ter um número reduzido de alunos e é necessário que menos pessoas permaneçam dentro do ambiente escolar. Deve-se, também, respeitar o aspecto epidemiológico regional onde a escola está inserida: se o município estiver na fase vermelha, por exemplo, a retomada das aulas presenciais é de difícil gestão.

Todas essas questões têm que ser discutidas, precisam ser construídas em parceria entre os gestores, que vão apontar a situação da saúde local; a escola, que terá que se organizar para garantir os cuidados e restrições, e os cidadãos, que precisam pensar coletivamente. Não se trata de uma responsabilidade somente da escola, nem exclusiva dos pais, nem dos pediatras. É uma construção coletiva, com controle das autoridades locais constituídas para que se chegue a uma decisão racional, consciente e muito madura para que, quando esse passo for dado, ele seja assertivo e a melhor decisão para aquele momento. O que não se pode é dizer que quem vai decidir é, exclusivamente, o profissional médico, a escola ou a família. Essa é uma decisão que precisa ser compartilhada, porque todos têm sua dose de responsabilidade. Se os pais assim decidirem, se a escola também se sente confortável em receber os alunos e se o pediatra da família concorda com o retorno, OK, a criança retoma as aulas com todos os cuidados (de responsabilidade de todos os envolvidos). O que se deseja é a concordância de todos. A cidadania, a ética, o respeito ao próximo e a autonomia deve liderar qualquer decisão neste sentido.

Ana Cristina Ribeiro Zollner é Pediatra, Bioeticista, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria e professora do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro – Unisa. 

Grupo de comerciantes protestam em frente à Prefeitura contra fechamento do comércio

Hoje às 14 horas aconteceu uma manifestação em nossa cidade contra o fechamento parcial do comercio da nossa cidade. O ato aconteceu após a carreata, onde comerciantes e empresários se reuniram em frente da Prefeitura de Botucatu eu um movimento pacífico.

A reclamação foi direcionada à Prefeitura pelo prefeito ter seguido o Plano São Paulo na atual fase vermelha. Houveram outras reinvidicações como novos leitos de UTI para Covid19 no Hospital das Clínicas.