Destaque

Alunas do IB organizam lives sobre mulheres na ciência

Nesta quinta-feira (25), acontecerá a última live da série “Donas da Ciência Toda”. Ao longo de todo o mês de fevereiro, os episódios foram transmitidos semanalmente pelo canal da Agência de Divulgação Científica e Comunicação (AgDC) do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu (IBB). A iniciativa promoveu debates sobre a  presença das mulheres na universidade, disparidade e representatividade, passando pela importância de projetos como o “Meninas na Ciência”, coordenado pela Profa. Percilia Giaquinto, do IBB.

 Essa ideia partiu de alunas da pós-graduação do próprio IBB que, juntas, produzem o Podcast Mafagados, apoiado pela AgDC,  no qual produzem conteúdos descontraídos e informativos sobre ciência de forma acessível, democrática  e interessante.

 A realização dessa série foi possível, pois encaixa-se perfeitamente no objetivo da AgDC: promover atividades colaborativas entre  docentes, discentes de graduação e pós-graduação e técnico-administrativos para desenvolver atividades e materiais voltados para educação, divulgação científica e comunicação, expondo ideias, produtos e serviços para levar informação à sociedade.

Professor do IB pesquisa sobre variantes do Coronavírus

O professor João Pessoa Araújo Junior, do Departamento de Ciências Químicas e Biológicas do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu (IBB), é membro da Rede CoronaÔmica que tem por uma de suas finalidades sequenciargenomas do Coronavírus e alertar sobre a circulação de variantes em todo o território nacional. Professor João está responsável por algumas cidades no interior do Estado de São Paulo. Entre elas São José dos Campos que recebeu um alerta da rede em relação às variantes encontradas.

 A Rede pertence ao Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI) e faz parte da RedeVírus, que surgiu no início da pandemia como resultado de reuniões onde o MCTI convidou algumas sociedades científicas importantes da área, incluindo a Sociedade Brasileira de Virologia, para fazer parte da equipe de pesquisa sobre o vírus.

“Na época, eu era o tesoureiro da Sociedade Brasileira de Virologia e, junto com o professor Fernando Spilki, que era o presidente, começamos a organizar com outros membros da Sociedade o quanto os virologistas poderiam contribuir para ajudar a responder questões importantes dessa pandemia”, explica João.

O trabalho da Rede CoronaÔmica teve início quando o Instituto de Biotecnologia da Unesp de Botucatu, juntamente com o Laboratório Nacional de Computação Científica (RJ), a Universidade Feevale, de Novo Hamburgo, onde o Spilki atua, e a Universidade Federal de Minas Gerais, começaram a estudar quais seriam as melhores estratégias para sequenciar o coronavírus.

Para isso, avaliaram fornecedores de kits e estratégias diferentes de sequenciamento para ver o melhor custo benefício com foco em melhores resultados e chegaram a 2 fornecedores. Atualmente, estão finalizando a compra em um processo lento. Espera-se que grande parte dos insumos chegue em março para que os pesquisadores possam começar a fazer um número de amostras muito maior do que têm feito.

Tanto João quanto Spilki já tinham familiaridade com o estudo de coronavírus, pois ambos são veterinários e reconheceram que o corona aviário, causador de bronquite infecciosa em aves, tem comportamento semelhante ao que temos hoje no coronavírus que atinge os humanos. São mutações, recombinações e escapes vacinais, comportamento comum de todos os vírus para terem vantagens evolutivas e manter a espécie.

João explica que a Rede CoronaÔmica não vai só estudar as sequências virais, mas também outros aspectos importantes de exoma ou transcriptoma dos pacientes envolvidos. Trata-se de uma rede ampla, com 10 laboratórios, financiados pela FINEP e CNPq e por outras instituições como FAPESP, FAPERJ, FAPEMIG, FAPERGS e Embraer, e que luta para conseguir mais investimentos.

“Em relação a São José dos Campos, sequenciamos amostras de setembro/agosto de 2020 e já obtivemos algumas sequências homogêneas dentre as variantes, mas ainda não tínhamos as sequências de agora. A partir do momento que pegamos amostras de janeiro de 2021 e, utilizando a sobra dos kits que testamos, avaliamos 6 amostras de São José dos Campos, sendo 3 variantes diferentes”, explica.

Entre as 3 variantes, a P1 é a que mais preocupa os pesquisadores. Trata-se da variante de Manaus, também conhecida como variante brasileira. O pesquisadorenfatiza que, se em um pequeno número de amostras já conseguiram identificar um terço dessa variante, é porque ela, efetivamente, está em vantagem evolutiva, ou seja, se transmitindo mais e substituindo os outros vírus.

“Quando se tem 2 vírus diferentes infectando uma população, o que tem uma vantagem em transmissão substitui o outro, é isso que estamos observando e nos preocupa. É um vírus com transmissão mais rápida e que deixa o paciente mais tempo transmitindo-o.  Ainda não está provado o quanto ele é virulento, mas quanto mais tempo fica em multiplicação no paciente, mais complicações temos”, salienta.

 Não somente essas mutações preocupam os cientistas, mas também as recombinações que ocorrerão, como aconteceu na Califórnia, onde dois vírus diferentes, no mesmo indivíduo, se recombinaram e geraram um vírus diferente.

 A rede CoronaÔmica foi criada justamente para monitorar esses comportamentos do vírus e desenvolver estratégias para minimizar a transmissão ou até mesmo avisar sobre a necessidade de desenvolver novas vacinas para os novos coronavírus.

“Temos uma ciência que, quando financiada, dá respostas. O Brasil teve muitos erros durante a pandemia, o que está nos custando vidas e muito dinheiro. Houve muitas estratégias erradas, mas, felizmente, algumas certas. Uma delas foi vinculada ao MCTI, de financiamento de projetos de pesquisa importantes dentro das áreas envolvendo vacinas, sequenciamento, patogenia e até avaliação de drogas, que, inclusive,  serviu para mostrar que as usadas aqui não eram efetivas. Nosso país tem algumas ilhas de financiamento que funcionam, como a Fapesp, mas precisamos de muito mais. Só com a ciência vamos sair da crise fortalecidos e mais rápido”, finaliza o pesquisador do IBB.

Prefeitura injeta mais de R$ 1 milhão na economia com pagamento do FUNDEB

Na próxima sexta-feira, 23, os servidores municipais lotados na Secretaria de Educação receberão, além do salário referente ao mês de fevereiro, o abono do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Básico e Valorização do Magistério, FUNDEB.

Cada um dos 1.444 servidores da Educação poderá receber até R$ 950,00 de abono, totalizando R$ 1.209.795,09 desempenhados pela Prefeitura. Além de cumprir com a legislação, o pagamento fará circular valor importante no comércio da Cidade.

“Esse valor com certeza chegará em boa hora para esses profissionais que tem se dedicado de forma exemplar durante a pandemia. Graças ao esforço deles a Educação, mesmo nos momentos mais difíceis dessa pandemia, não parou. Pelo contrário, continuou oferecendo o melhor conteúdo possível às nossas crianças”, afirmou o Prefeito Mário Pardini.

O critério de rateio, para efeito do cálculo à concessão do abono individualmente distribuído, é apurado através da frequência de cada servidor, levando em consideração os dias de efetivo exercício no período de 1° de janeiro de 2020 a 31 de outubro do mesmo ano.

Desde 2017, a Prefeitura de Botucatu institui que todos os funcionários da Educação tenham direito ao mesmo valor do abono, independente do cargo.

 

“Meu desejo é que este recurso possa expressar o valor dos profissionais da Educação. Eles têm se dedicado com amor às suas atribuições e especialmente aos quase 15 mil alunos da Rede Municipal de Educação. Por isso são merecedores”, finalizou Cristiane Amorim, Secretária Municipal de Educação.

Equipe TOR fiscaliza ônibus e apreende 25 quilos de maconha em rodovia da região

A equipe TOR R-05370 com o 1° Sgt PM Christófalo, Sd PM Renan e Sd PM Francis, durante fiscalização às 9h15 da manhã, abordaram o ônibus da Empresa Motta, que saiu de Ponta Porã/MS com destino a São Paulo e localizou em uma das bagagens, aproximadamente 25 kg de maconha.

A passageira, de 15 anos, alegou que receberia R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) para o transporte da droga até São Paulo.

A ocorrência será apresentada no Distrito Policial de Itatinga.

fonte: TOR R-05370

Câmara aprova três projetos na sessão de ontem, 23

Em quase três horas e meia de trabalhos legislativos os vereadores da Câmara Municipal de Botucatu aprovaram na noite desta segunda-feira, 22/02, três dos quatro projetos que estavam em pauta nas sessões Ordinária e Extraordinária.

Depois de uma questão de ordem levantada pela vereadora Rose Ielo (PDT) e o pedido de suspensão dos trabalhos da vereadora Alessandra Lucchesi (PSDB), o PL 6/2021, que abriu os trabalhos da Ordem do Dia da Ordinária, acabou não sendo votado. De iniciativa do prefeito, o projeto que trata da denominação do Centro de Educação “Canal Comunitário da Cidade de Botucatu” sofreu pedido de vistas do vereador Lelo Pagani (PSDB) e volta à pauta na próxima segunda-feira. Já com a aprovação do outro projeto da Ordinária, o PL 5/2021, de autoria do vereador Palhinha (DEM), fica declarada de Utilidade Pública a “Associação Sagrado Coração de Jesus”.

Expediente da Sessão
Na sessão de 22/02 o plenário aprovou ainda: 2 votos de pesar, 18 requerimentos, 3 moções e 14 indicações e o vereador Lelo Pagani (PSDB) usou o tempo no Pequeno Expediente para comentar algumas de suas matérias apresentadas. No Grande Expediente, os vereadores Cláudia Gabriel (DEM), Marcelo Sleiman (DEM), Érika da Liga do Bem (REPUBLICANOS), Sargento Laudo (PSDB) e Palhinha (DEM) se pronunciaram sobre temas gerais.
A Sessão Ordinária teve ainda a fala de Henrique Mochida Takase, do Rotary Club de Botucatu Cuesta, na Tribuna Livre. Em comemoração aos 116 anos do Rotary Internacional, ele destacou um pouco da história, os gestos humanitários, a liderança e o “servir” de jovens e adultos e apresentou algumas atividades desenvolvidas pelo clube em Botucatu.
Ao final dos trabalhos ordinários o plenário acompanhou a “explicação pessoal” do vereador Abelardo (REPUBLICANOS) sobre declarações referentes à saúde no município.

Sessão Extraordinária
Realizada na sequência da Sessão Ordinária, por volta das 23h00, a Extraordinária tinha dois projetos em pauta, que foram aprovados por unanimidade. São eles: 1) Projeto de Lei 4/2021, que autorizou o município a subsidiar até 25 centavos da tarifa por passageiro do Sistema de Transporte Coletivo Urbano e prorrogou o prazo de concessão desse subsídio por mais 18 dezoito meses a partir de março desse ano; e 2) Projeto de Lei 5/2021, que autorizou a prefeitura a celebrar convênio com o estado de São Paulo para a transferência de recursos destinados à contratação de serviços de castração para 500 cães e 500 gatos.
A íntegra dos trabalhos legislativos pode ser assistida em reprise na TV Câmara Botucatu ou acessada Youtube da Câmara.

Prof. Nelson Letras elabora redação sobre o tema da FUVEST

Você que fez a segunda fase do vestibular da Fuvest, confira o texto desenvolvido pelo professor Nelson, da Escola de Redação Nelson Letras, sobre o tema pedido “O mundo contemporâneo está fora da ordem?”.

 Podres poderes, o erro na engrenagem

      “Enquanto os homens exercem/ Seus podres poderes/ Morrer e matar de fome/ De raiva e de sede/ São tantas vezes/ Gestos naturais” … Na década de 1980, o músico Caetano Veloso gritava “setecentas mil vezes” sobre o desordenamento que prejudica a harmonia do mundo. Desde o desrespeito pelo sinal vermelho de um semáforo, até a consciente morte causada por tiranos, o poder é refletido na canção como forma de desconstruir a ordem universal. Essa ideia de ordem cósmica remete aos filósofos gregos clássicos e sua visão de eudaimonia do universo. Para eles o universo era finito e tudo que existe, existe para uma finalidade. Eudaimonia seria o estabelecimento da ordem, cada elemento desenvolvendo sua função. Todavia o ser humano, único elemento que pode alterar essa harmonia, pelo mau uso de seu poder vai de encontro ao logos universal.

A interferência humana na natureza pelos detentores do poder é um desafio ao planeta. A Hipótese de Gaia proposta no final dos anos 1960 pelo cientista James Lovelock, traz à reflexão consequências de ações contrárias à organização de elementos que compõem a biosfera terrestre. Em 2020, as mudanças climáticas tornaram-se mais aparentes e a Amazônia e o Pantanal brasileiros, por exemplo, queimaram pelo mau uso do poder humano, causando escuridão em Gaia e no ordenamento da natureza. A capacidade humana de intervir sobre o ecossistema também foi, possivelmente, a responsável pelo surgimento da pandemia do vírus SARS-Cov-2, que trouxe medo e mortes dos seres racionais – a fim de se autorregular, para manter sua vida, Gaia procura eliminar o que “está fora da ordem”, o erro na engrenagem.

Não só a natureza é atingida pelos podres poderes, mas também as relações sociais, a sociedade, e, mais diretamente, as minorias. A ambição instigada pelo capital e sua sedutora cobiça causa desigualdades em que muitos passam fome, morrem, enquanto uma pequena parcela senta-se em tronos físicos e psicológicos de poder. Ao se transformar em uma empresa, o indivíduo procura manter o mercado não importando a morte de seres de seu coletivo. Em defesa da economia, a empatia perdeu lugar para frases como “dos que morrem pela pandemia, mesmo dos velhinhos, só 10 a 15% morrem”. E nestes tempos de crise financeira, pouco mais de quarenta milionários brasileiros aumentaram suas fortunas, só nos primeiros meses da pandemia, em mais de vinte por cento.  Internacionalmente, a Nova Ordem Mundial e seus poderosos também mostram sua face da moeda pela compra dominante de EPIs, anti-inflamatórios, respiradores e de vacinas, deixando nações mais pobres à margem da busca por uma solução.

A Nova Ordem Mundial, o neoliberalismo que deveria estabelecer harmonia entre as nações, é uma ideologia, não uma realidade – tal qual a falsa esperança divulgada pelas nações sobre a preservação do meio ambiente ou sobre a acumulação de capital em defesa da melhora de vida de toda a população. A realidade não é de esperança, é de pânico assim como argumentou a jovem ativista sueca Greta Thunberg. Retomando a filosofia grega e a concepção de eudaimonia; para Aristóteles, o homem é por natureza um animal político, portanto lhe é intrínseca a intervenção na sociedade em busca da harmonia do coletivo, e, neste, cada um possui sua função. Portanto, Caetanos e Gretas continuarão sua luta pelo estabelecimento da justiça, da harmonia na Terra, em Gaia, digladiando contra a falha na ordem universal, os adoradores da riqueza que fazem mau uso de seu poder – “Eu não espero pelo dia em que todos os homens concordem/ Apenas sei de diversas harmonias bonitas possíveis sem juízo final”.

 

ESCOLA DE REDAÇÃO NELSON LETRAS – MATRÍCULAS ABERTAS 2021 (INÍCIO DO CURSO – 01.03)

– AULAS INDIVIDUAIS OU EM GRUPO

– RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES

– AULAS REFLEXIVAS SOBRE TEMAS ATUAIS

RUA CORONEL FONSECA, 408, CENTRO, BOTUCATU. INFORMAÇÕES PELO WHATSAPP (14) 98171 44 84

 

Prefeitura de São Paulo gasta R$ 31 milhões com blocos e escolas de samba

Apesar de não contar com desfiles e demais atividades oficiais em 2021, o carnaval paulistano teve custo milionários para os pagadores de impostos da cidade de São Paulo. A prefeitura paulistana manteve o repasse para entidades do setor. Dessa forma, blocos carnavalescos e escolas de samba receberam o total de R$ 31,5 milhões.

Em nota, a prefeitura alegou que o acordo já estava firmado e que os valores seriam, na verdade, relativos ao ano passado. “O contrato firmado com a SPturis, ainda em 2020, é de R$ 33 milhões e neste momento estão sendo estudadas alternativas para aplicação nos desfiles de 2022”, informou. O valor mencionado — de R$ 33 milhões — leva em consideração taxas e impostos.

O prefeito Bruno Covas (PSDB) cancelou as festividades de carnaval. A decisão contou até com a suspensão do ponto facultativo nas repartições públicas, o que foi definido no fim de janeiro. Mesmo sem a festa popular aparecer no calendário oficial do município, agremiações envolvidas com a folia contaram com as seguintes quantias, informou o portal G1:

  • Liga SP

Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo. Tem como associadas as 36 escolas de samba dos grupos especial e acesso (I e II).

→ R$ 27,1 milhões (cachês);

→ R$ R$ 488 mil (premiações).

  • UESP

União das Escolas de Samba Paulistanas. Cuida dos desfiles das divisões inferiores das escolas de samba da capital paulista.

→ R$ 3,4 milhões (cachês);

→ R$ R$ 55 mil (premiações).

  • Abasp

Associação de Bandas Carnavalescas de São Paulo. Apesar do nome, organiza alguns blocos de carnaval.

→ R$ 235 mil.

  • ABBC

Associação das Bandas, Blocos e Cordões Carnavalescos de São Paulo. Assim como a Abasp, cuida do chamado carnaval de rua da cidade.

→ R$ 118 mil.

fonte: G1

HC de Botucatu suspende visitas à UTI Central após paciente da ala ‘não-Covid’ testar positivo para a doença

Um dos pacientes internados na UTI Central do Hospital das Clínicas (HC) de Botucatu (SP) em uma das alas “não-Covid” apresentou teste positivo para o coronavírus, de acordo com informações da unidade divulgadas neste domingo (21).

Diante do resultado positivo do exame, as visitas aos pacientes da UTI Central da unidade foram suspensas e o hospital ainda não informou até quando será mantida essa suspensão.

Além disso, o HC informou que todas as medidas de isolamento foram realizadas imediatamente e o rastreio de outros possíveis contágios também foi feito entre profissionais de saúde e funcionários que tiveram contato com o paciente.O HC informou ainda que, ao serem internados, todos os pacientes são submetidos ao teste para diagnóstico de Covid-19. Porém, como o resultado não sai imediatamente, o paciente pode ter dado entrada na UTI não-Covid já contaminado.

Segundo o HC, o paciente, que não teve detalhes como sexo e idade informados, foi transferido para a UTI Covid assim que o resultado saiu e que seu estado é considerado grave, mas estável.

Nesta segunda-feira (22), o HC de Botucatu informou que opera com taxa de ocupação de 106% dos leitos de UTI Covid, ou seja, há 32 pessoas internadas com sintomas graves para um limite de 30 leitos.

fonte | foto: G1