Economia

Prazo de entrega das declarações do IR 2023 será de 15 a 31 de maio

A Receita Federal informa que, a partir desse ano, o período de entrega das declarações do imposto de renda da pessoa física (DIRPF/2023) acontecerá no período de 15 de março a 31 de maio.

A alteração tem por objetivo permitir que desde o início do prazo de entrega todos os contribuintes já possam usufruir da declaração pré-preenchida.

Para o Supervisor Nacional do Programa do Imposto de Renda, auditor fiscal José Carlos Fernandes da Fonseca, “como a maioria das informações que serão disponibilizadas aos contribuintes pela declaração pré-preechida chegarão à Receita Federal no final de fevereiro, há a necessidade de um prazo para consolidação dos dados. A pré-preenchida proporciona menos erros e maior comodidade ao contribuinte”.

As novas regras da DIRPF/2023 serão anunciadas, em coletiva à imprensa, no dia 27/2. O aviso de pauta será enviado nos próximos dias.

Botucatu não apresentou avanços significativos no Índice de Efetividade

Botucatu não apresentou avanços significativos no Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEG-M) em 2023. A cidade permaneceu com índice geral B, mas está deficiente em relação a setores como Planejamento e Finanças, recebendo apontamentos importantes do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) no ano de 2023.

Botucatu está com categoria geral B o que pode indicar um desempenho razoável na gestão pública da cidade. Mas não se destaca como a melhor cidade do Estado; e muito menos, do País.

Isso implica que a administração local alcançou alguns resultados positivos. Isso ocorreu nos indicadores da educação e saúde que receberam índice especifico para cada categoria, como B, o que não mostrou nenhum avanço em relação aos quatro anos anteriores (2018-2022).

No entanto, em relação ao planejamento urbano e gestão fiscal, o indice foi C. E a situação é ainda mais preocupante em relação à gestão fiscal que passou de B para C, demonstrando um decréscimo e comprometimento em relação a administração fiscal; a partir da análise da execução financeira e orçamentária e do respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal.

A categoria C indica que há desafios significativos na gestão pública. E isso sugere que a administração local pode enfrentar obstáculos em diversas áreas para o planejamento urbano, como realização de obras de infraestrutura, geração de empregos e investimentos estratégicos para o desenvolvimento da cidade. Preocupações que o novo prefeito terá que enfrentar nos próximos quatro anos.

Além disso, a categoria C aponta para a necessidade de melhorias substanciais na eficiência, na eficácia das políticas municipais e na consistência entre o planejado e o efetivamente implementado e na coerência entre as metas e os recursos empregados na cidade.

Ou seja, indica que a cidade está enfrentando dificuldades para atender às demandas e expectativas da comunidade em diferentes setores. Em casos assim, é crucial que a administração municipal identifique as áreas críticas que precisam de atenção e implemente estratégias eficazes para superar os desafios e melhorar a qualidade da gestão pública, de acordo com os diversos apontamentos que o TCE-SP enviou à Prefeitura de Botucatu ao longo de todo o ano de 2023.

 

Material escolar sobe quase o dobro da inflação de 2023

Em 2024, os preços dos itens da lista de material escolar estão, em média, 8,5% mais caros do que no ano passado.

Apesar dessa alta ser influenciada pela inflação brasileira de 4,63% no cumulado de 2023, neste ano também pesaram fatores como o aumento dos custos de produção e o dólar mais alto, conforme levantamento feito pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)

A Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (Abfiae) explica que o aumento nos custos de produção de artigos escolares foi de 7,5% em 2023. O principal motivo foi o aumento dos preços das matérias-primas, como papel e tinta.

E já que o dólar americano também se valorizou em relação ao real em 2023, os produtos importados, incluindo os artigos escolares, acabaram ficando mais caros.

  • Cadernos: 15%
  • Lápis de cor: 12%
  • Borrachas: 10%

Para economizar na hora de comprar o material escolar, a economista e professora da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) Nadja Heiderich recomenda aos pais e responsáveis seguir algumas dicas:

  • Pesquisar preços em diferentes lojas, inclusive online. O mesmo item pode ter preços bem diferentes de uma loja para outra, inclusive entre lojas online e físicas;
  • Comprar itens de marcas mais baratas, porque nem sempre as marcas mais caras ou importadas são as melhores;
  • Aproveitar as promoções já que muitas lojas oferecem descontos e promoções neste período do ano;
  • Reutilizar o material do ano anterior se ainda estiver em bom estado;
  • Comprar material escolar usado. Existem várias opções para comprar material escolar usado, como sites de compra e venda online, grupos de troca em redes sociais e bazares de escolas;
  • Planejar e pesquisar também é sempre uma boa saída para economizar na compra do material escolar e aliviar o orçamento familiar.

 

Fonte: CNN

São Paulo libera pagamento de multa e licenciamento via Pix

O Governo de São Paulo ampliou nesta quarta-feira (3) os tributos que podem ser pagos via PIX, agilizando a vida do cidadão. O licenciamento antecipado e a transferência de veículos usados, bem como multas de trânsito constantes do sistema de arrecadação Online da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado (Sefaz), podem ser pagos a partir desta quarta-feira com esse recurso.

A operação será feita por meio da geração de um QR Code, obtido do portal da Sefaz-SP (www.fazenda.sp.gov.br)

Em outubro de 2023, a Sefaz-SP já havia viabilizado o pagamento via PIX apenas para o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Na segunda etapa do processo, o Detran-SP entra no circuito, incluindo a facilidade para a quitação de licenciamento de veículos usados, além de multas de trânsito e transferência de veículos.

Depois do IPVA, a atual gestão dá mais um passo importante de simplificação na relação com os cidadãos com a inclusão de novos pagamentos por PIX. A desburocratização dos serviços públicos é uma prioridade, na medida em que colabora diretamente para a melhoria do ambiente de negócios e da competitividade no Estado de São Paulo”, destaca Samuel Kinoshita, secretário da Fazenda e Planejamento. “A maior vantagem da novidade está na ampliação da rede arrecadadora, que passou a englobar todas as instituições financeiras participantes do PIX, que está na casa de 800”, completa o titular da Sefaz-SP.

De acordo com o diretor-presidente do Detran-SP, incluir o PIX como meio de pagamento é mais um avanço do Governo de São Paulo no caminho do atendimento de excelência às demandas do cidadão. “O serviço estará disponível para todo o Estado. São Paulo merece serviços rápidos, seguros, transparentes e menos burocráticos. Essa é uma diretriz indispensável da atual gestão do Governo, seguida à risca também pela atual gestão do Detran-SP. É assim que nós estamos trabalhando, sempre com o objetivo de facilitar a vida e assegurar um trânsito de qualidade aos paulistas. A intenção é estender a modalidade às demais atividades e serviços que oferecemos com a maior brevidade possível”, afirma Eduardo Aggio.

A ação do Governo de São Paulo em ampliar as opções do cidadão por meio de pagamento com PIX se deu graças a um trabalho que envolveu, além da Sefaz-SP, a Secretaria de Gestão e Governo Digital e dois de seus órgãos vinculados: o Detran e a Prodesp. Também participou do processo o Banco do Brasil.

Confira como pagar os serviços disponíveis por PIX:

– Acesse o sistema da Secretaria da Fazenda e Planejamento (https://pixipva.fazenda.sp.gov.br/pixipva);

– Efetue o login e selecione o serviço desejado;

– Para consultar débitos pendentes, preencha os campos com as informações necessárias (Renavam e placa ou, em alguns serviços, CPF/CNPJ) e clique em “Consultar”.

– Selecione os débitos que deseja pagar e clique em “Pagar via PIX” para a emissão do QR Code.

– Utilize o aplicativo de seu banco ou instituição de pagamento para ler o QR Code, ou clique em “Copiar” para utilizar a funcionalidade “PIX Copia e Cola”.

– Em seu aplicativo financeiro, assegure-se de que o pagamento está direcionado à Secretaria da Fazenda e Planejamento, sob o CNPJ 46.377.222/0003-90, em conta do Banco do Brasil.

– Após o pagamento, a mensagem “Pagamento Confirmado!” será exibida na tela do sistema da Sefaz.

Lembretes importantes:

– Vale ressaltar que, a partir da inserção dos dados, o QR Code gerado tem validade de 15 minutos para o pagamento.

– Confira antes de pagar: se o destinatário do QR Code divergir, não conclua o pagamento PIX.

– Para evitar fraudes, o Detran-SP e a Sefaz-SP informam que não enviam boletos, e-mails ou mensagens via Whatsapp com QR Code para pagamento de suas taxas. A única forma para realizar o PIX é o interessado entrar no site da secretaria e solicitar o código para o pagamento do débito.

 

Ministério do Trabalho atualiza valores do seguro-desemprego para 2024

O Ministério do Trabalho e Emprego atualizou a tabela anual do seguro-desemprego para 2024. A correção levou em conta o Índice Nacional de Preços ao consumidor (INPC) de 2023, divulgado nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que foi de 3,71%.

A nova tabela para os trabalhadores que tiverem direito ao benefício também entrou em vigor nessa quinta-feira (11).

Com isso, o valor do benefício seguro-desemprego não será inferior ao valor correspondente do salário mínimo vigente, R$ 1.412.

Já os trabalhadores que tenham recebido salários médios acima de R$ 3.402,65 terão direito, invariavelmente, ao seguro-desemprego no valor de R$ 2.313,74.

tabela seguro-desemprego. Arte: Agência Brasil
Tabela seguro-desemprego. Arte: Agência Brasil – Arte: Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil

Publicada portaria que reajusta benefícios do INSS acima do mínimo

A portaria que reajusta em 3,71% os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acima de um salário mínimo foi publicada nesta sexta-feira (12) no Diário Oficial da União.

Com a definição do índice de reajuste – que segue o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano passado – o teto do INSS atual terá acréscimo de R$ 278,52, passando dos atuais R$ 7.507,49 para R$ 7.786,01 em 2024.

Além de corrigir os benefícios, o INPC também é aplicado para reajustar as contribuições para a Previdência Social, que sobem conforme o salário. Quanto mais o trabalhador na ativa recebe, mais está sujeito a alíquotas adicionais que elevam a contribuição.

Os benefícios atrelados ao salário mínimo subirão 6,97%, de R$ 1.320 para R$ 1.412. A variação corresponde à política correção aprovada em agosto do ano passado, que prevê a reposição da inflação pelo INPC do ano anterior, mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

O decreto com o valor do salário mínimo, que responde pela maior parte dos benefícios da Previdência Social, foi assinado no fim de dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O INSS começará a pagar os benefícios de janeiro no fim do mês. Para quem ganha um salário mínimo, o pagamento da aposentadoria, pensão ou auxílio será feito entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Quem recebe além do mínimo terá o benefício depositado entre 1º e 7 de fevereiro.

Matéria alterada às 10h24 para corrigir informação no 4° parágrafo. O percentual de alta é de 6,97%, e não 8,4%, como informado inicialmente.

Fonte: Agência Brasil

 

Brasileiro com renda de R$ 4.000 tem mesma cobrança de IR de quem ganha R$ 4 milhões

Enquanto a alíquota efetiva paga pelo primeiro grupo é de 1,73%, o imposto incidente sobre os ganhos do segundo —que reúne a fatia 0,01% mais rica entre os declarantes— corresponde a 1,76%.

A alíquota efetiva retrata a proporção do valor pago pelo contribuinte sobre o que ele declarou de renda e é menor do que a nominal (de até 27,5%) porque leva em conta isenções e abatimentos previstos em lei.

Embora os valores nominais recolhidos sejam de ordens de grandeza diferentes, a similaridade da alíquota efetiva mostra que, para esse seleto grupo de 3.841 contribuintes no topo da pirâmide, não se aplica a premissa de cobrar mais de quem ganha mais.

Na visão do governo, o quadro é fruto da isenção de rendimentos como lucros e dividendos distribuídos por empresas a seus acionistas, um exemplo de regra que contribui para acentuar a desigualdade de renda no país.

“No 0,01% mais rico, quase 70% da renda é isenta”, afirma a subsecretária de Política Fiscal da SPE, Debora Freire.

As disparidades foram elencadas no Relatório da Distribuição Pessoal da Renda e da Riqueza da População Brasileira, elaborado pelo órgão com base em dados da declaração do IRPF 2023 (ano-calendário 2022).

A tabela do IRPF prevê atualmente isenção do imposto para ganhos até R$ 2.112 mensais e alíquotas progressivas que vão de 7,5% a 27,5%, conforme a faixa de renda. No entanto, Freire ressalta que a aparente progressividade da cobrança é, na prática, minimizada pelas isenções.

Se o conjunto de declarantes fosse dividido em uma escada com 100 degraus, a cobrança do imposto seria progressiva até o degrau 93, segundo a SPE. No topo, que reúne os 7% mais ricos, a lógica se inverte: quanto mais se ganha, menos se paga.

Os dados obtidos nas declarações do IRPF não refletem sozinhos o panorama integral da distribuição de renda no país, uma vez que apenas 38,4 milhões de brasileiros prestaram contas à Receita Federal. Mas as informações são um termômetro relevante da desigualdade.

A alíquota efetiva do 0,01% mais rico é menor até mesmo do que a cobrança sobre quem está no miolo da escada, que recolhe algo próximo a 3% dos seus ganhos. No degrau 93, a alíquota efetiva chega ao pico de 11%.

“A alíquota nominal do Imposto de Renda engana bastante. Ela é progressiva, como deve ser, para que cumpra com o princípio da capacidade contributiva, ou seja, quem ganha mais e quem tem mais renda deve ser mais tributado. Só que, quando se calcula a alíquota efetiva, a história não é bem essa”, afirma a subsecretária.

O diagnóstico é divulgado no momento em que o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara sua proposta de reforma do Imposto de Renda, que precisa ser enviada até 19 de março, conforme prazo estipulado na emenda constitucional da reforma tributária.

A retomada da taxação de lucros e dividendos é justamente um dos pontos em discussão. Esses rendimentos eram tributados no Brasil até 1995, mas uma lei sancionada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) isentou os valores a partir de 1996. Desde então, tentativas de retomar a taxação esbarraram nas resistências do andar de cima.

A subsecretária da SPE evita abordar detalhes da proposta em construção dentro da Fazenda, mas diz que a reavaliação das isenções é um dos “consensos” entre acadêmicos e membros da sociedade civil.

“O que se tem de consenso é que, de fato, há uma distorção em termos da renda isenta no topo da distribuição, a partir da isenção de uma série de rendimentos que são característicos do topo, e também por causa da tributação exclusiva. Duas medidas aprovadas no final do ano passado [tributação periódica de fundos exclusivos e offshores] são importantes para corrigir parte dessas distorções. É preciso olhar para os rendimentos isentos”, afirma Freire.

Em 2022, foram declarados R$ 607,6 bilhões recebidos em lucros e dividendos, dos quais R$ 438,1 bilhões concentrados nas mãos dos 384 mil contribuintes que formam o grupo de 1% mais rico entre os declarantes.

O grupo do 0,01% mais rico recebeu R$ 111,4 bilhões da renda com lucros e dividendos declarada à Receita.

Além do grande volume de rendimentos isentos, o topo também é o maior beneficiado pelas deduções legais —gastos que podem ser descontados da base de cálculo do imposto. Elas incluem despesas com assistência médica privada (sem limite de valor), com educação privada (até R$ 3.561,50 por dependente) e escrituradas em livro-caixa (trabalhadores não assalariados, titulares de cartórios e leiloeiros podem abater gastos com custeio da atividade).

Considerando o total de contribuintes, dois terços das deduções ficaram concentradas em despesas médicas e contribuições ao INSS. No 1% mais rico, porém, os principais abatimentos foram realizados por livro-caixa (43,4%), despesas médicas (22,7%) e contribuições à previdência privada (13,3%).

“Uma série de estudos mostra que as deduções, da forma que estão hoje, trazem algumas distorções”, diz Freire.

O relatório divulgado pela SPE também faz uma análise da desigualdade de gênero a partir das evidências colhidas nas declarações. Os resultados mostram que, nos estratos mais elevados de renda, a disparidade é maior, evidenciando a predominância masculina no topo da pirâmide econômica do país.

Nesta comparação, os dados analisados são da declaração do IRPF de 2022 (ano-calendário de 2021). Segundo os números, quanto maior a faixa de renda, menor a participação das mulheres entre os declarantes.

Enquanto elas representam mais de 40% da renda total declarada em todas as faixas até 15 salários mínimos (até R$ 16.500, considerando o piso vigente em 2021), a participação das mulheres cai para 13,1% no grupo que recebe por mês mais de 320 salários mínimos (R$ 352 mil).

A discrepância entre os gêneros é ainda maior na declaração de patrimônio (bens líquidos), em que as mulheres tiveram participação de 29% no total declarado.

A média individual de bens líquidos declarados naquele ano para mulheres foi de R$ 233,9 mil, valor 46,1% menor do que os R$ 433,1 mil para homens.

O estudo mostra ainda que, embora as mulheres representem uma parcela menor entre os declarantes, elas são as mais tributadas. Em 2021, a renda tributável foi de 59,4% para mulheres e de 49,5% para homens.

Esse cenário é explicado em boa medida porque as mulheres possuem menos patrimônio e ativos financeiros e de capital, o que resulta em menor renda de tributação exclusiva ou isenta.

“Como a renda do topo é majoritariamente masculina e grande parte é isenta, os homens têm uma proporção de isenção de sua renda maior”, afirma Freire. “Isso faz com que as mulheres declarantes enfrentem uma carga de IRPF maior do que os homens.”

Os tipos de vínculos de trabalho também ajudam a explicar o fato de as mulheres terem maior proporção de renda tributável que os homens. Elas, por exemplo, têm maior participação no serviço público civil e militar —no qual a remuneração média é superior à do setor privado e conta com pouca margem para isenções.

“O IRPF acaba atuando como um instrumento amplificador da desigualdade de gênero. A revisão de isenções fiscais parece ser o caminho para dirimir essa distorção”, diz o relatório.

Prefeitura abrirá novas inscrições para Emprega Jovem

Começam na próxima segunda-feira, 15, as inscrições para a segunda edição do Emprega Jovem, programa que oferece aos jovens de baixa renda oportunidade de qualificação profissional para ingressar no mercado de trabalho.

O Programa é uma ação da Secretaria de Desenvolvimento, Relações Institucionais e Trabalho em parceria com a Secretaria de Assistência Social, que oferecerá aos jovens qualificação profissional, bolsa auxílio, além de vale-transporte com o objetivo de dar oportunidade de primeiro emprego a pessoas que estão ingressando no mercado de trabalho e não tem experiência profissional.

Serão ofertadas 80 vagas de qualificação pelo Senai Botucatu para os seguintes cursos:
– Mecânico de Usinagem em Máquinas;
– Convencionais Aplicado ao Setor Aeroespacial;
– Operador de Torno CNC;
– Soldador;
– Assistente de Controle da Qualidade;
– Eletricista Instalador

Para participar o jovem precisa se enquadrar nos seguintes critérios:
-Ter de 18 a 24 anos;
– Ter grau de escolaridade Ensino Médio completo;
– Comprovar e/ou declarar situação de desemprego involuntário não possuindo qualquer tipo de vínculo empregatício ou situação de serviço formal, comprovado mediante Carteira de Trabalho e/ou autodeclaração em instrumento próprio;
– Ter inscrição no Cadastro Único e Número de Identificação Social (NIS);
– Ser membro de família com renda mensal de até 1/2 (meio) salário-mínimo per capita (por pessoa) ou renda familiar total de 03 (três) salários-mínimos;
– Comprovar residência em Botucatu há pelo menos 01 (um) ano;

A inscrição é feita de maneira presencial na Antiga Estação Ferroviária de Botucatu (Rua Benjamin Constant, nº 161 – Vila Jahu) entre os dias 15 e 26 de janeiro das 9 às 16 horas. Neste local é necessário entregar os seguintes documentos:
– Formulário de inscrição devidamente preenchido;
– Original e cópia de RG e CPF;
– Original e cópia do Histórico Escolar ou Declaração de Conclusão do Ensino Médio ou cópia autenticada;
– Original e cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) contendo as páginas de identificação, foto pessoal, último contrato de trabalho acrescido da próxima página em branco ou a carteira digital completa de forma impressa;
– Cópia de comprovante de residência nominal, ou em nome de outro membro do núcleo familiar, podendo ser correspondências oficiais como conta de água, energia, telefone ou correspondente bancário, acrescido de autodeclaração de residência;
– Auto declaração de desemprego (somente para candidatos que não possuírem Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS);
– Folha resumo do Cadastro Único, com período de atualização entre Julho de 2021 a Julho de 2023, a ser solicitado junto aos CRAS do Município de Botucatu ou na Central de Cadastro Único;
– Comprovante de municipalidade: apresentar documentos declaratórios de órgão público e/ou cópia de correspondências oficiais podendo ser conta de água, energia, telefone ou correspondente bancário (residência no Município de Botucatu há pelo menos 1 ano).

A lista dos candidatos aptos será divulgada no site da Prefeitura no dia 30 de janeiro.

Confira aqui o edital completo e os formulários e certidões a serem preenchidas. CLIQUE AQUI.

Mais informações:
Secretaria de Desenvolvimento, Relações Institucionais e Trabalho
Praça Pedro Torres, 100 – Centro
Telefone: 3811-1493