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Suspeito de matar mulher a facadas morre em confronto com o Baep em Bauru

O homem suspeito de tirar a vida da companheira a facadas, na manhã desta segunda-feira (8), em Bauru, foi morto horas depois em confronto com o 13º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), na rua André Luiz dos Santos, quadra 3, em uma área de mata do Jardim Niceia. Vizinhos do local relatam ter ouvido entre três e quatro disparos. Ele havia fugido após o crime, ocorrido na quadra 3 da rua João Esteves de Souza, no Jardim Carolina, e foi localizado durante as buscas intensificadas pelas polícias Militar e Civil.

A mulher foi atacada em via pública e sofreu golpes nas costas, na altura do peito, ombro e pescoço. A violência foi tamanha que a lâmina da faca se quebrou durante o ataque, segundo informações preliminares apuradas pelo JCNET junto ao Samu e à Polícia Militar. Testemunhas também relataram que o agressor continuou a agredir a mulher com chutes após ela cair ao chão. O caso é investigado como feminicídio.

O crime ocorreu um dia após mobilizações nacionais contra a violência de gênero. No domingo (7), movimentos sociais, coletivos feministas e entidades de direitos humanos promoveram atos em diversas cidades, incluindo Bauru, onde manifestantes ocuparam a avenida Getúlio Vargas para denunciar o avanço dos casos de feminicídio no País.

Fonte: JCNET

Foto: Bruno Freitas

São Paulo: Comunidade reage com protesto enérgico contra a entrada de policiais armados em escola

Entidades da área de educação, alunos, pais e educadores protestaram nesta terça-feira (25) contra o caso de policiais armados que invadiram a Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Antônio Bento, em São Paulo.

No dia 12 de novembro, policiais militares, portando armas, entraram na escola após o pai de uma estudante ter acionado a corporação, porque a filha fez um desenho de um orixá. O homem também é policial.

Percorrendo ruas em uma caminhada que partiu da unidade escolar, o grupo ergueu cartazes pedindo o fim da violência no ambiente escolar e fez coro a mensagens como “Onde houver intolerância, que haja mais educação”, “Mais amor e mais livros, menos violência” e “Escola não é lugar de polícia”.

Entre as organizações articuladoras estavam o Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil (Sedin).

O ato também teve discursos pela ampliação das redes de resistência antirracistas no país e pela eliminação do machismo dentro das escolas.

São Paulo (SP), 25/11/2025 - Ato em defesa da EMEI Antônio Bento, da escola pública, da educação antiracista e contra a intolerância religiosa, a violência policial e o abusod e poder. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Ato contra entrada de PMs armados em escola. Foto: Rovena Rosa

Em entrevista à Agência Brasil, Gisele Nery, mãe de uma das estudantes da Emei Antônio Bento, acompanhou todo o desdobramento do caso.

Integrante do conselho da escola e representante das famílias da sala, ela confirmou que, na véspera da chegada dos policiais, o homem rasgou o desenho de Iansã feito pela filha em uma atividade com a turma. “Só que antes ele tirou a filha dele de perto, para ela não ver”, acrescentou.

A conselheira disse que o gesto agressivo gerou desconforto e surpresa para as outras crianças, como sua filha. “Ela chegou em casa e perguntou: não entendi, mamãe, por que ele rasgou e ainda gritou com a nossa professora?”

Segundo Gisele Nery, os pais e os profissionais da instituição de ensino tentaram estabelecer um diálogo com o pai e o convidaram a participar da atividade, para compreender mais sobre a temática, mas ele ignorou as mensagens encaminhadas.

A conselheira relatou ainda que os policiais ameaçaram dar voz de prisão à diretora, que é negra. Naquele instante, os conselheiros, que estavam em uma reunião, escutaram a discussão e saíram em defesa da diretora.

“A polícia foi dar voz de prisão a ela. Mas aí todo mundo já tinha visto a cena, as crianças viram.”

A universitária Milena Leite, do curso de Pedagogia, classifica o acontecimento como uma investida “brutal” e inaceitável. “Não só dentro da educação escolar. Isso está bem presente fora da escola, mas adentra a escola”, diz.

“Eles chegam com muita brutalidade quando se fala de deuses africanos. Se fossem deuses nórdicos, gregos, Jesus Cristo, não teria tanto esse problema.”

De acordo com o Ministério da Igualdade Racial,  a atividade de apresentação de orixás está em consonância com as leis nº 10.639, de 2003, e n º11.645, de 2008, que determinam o ensino da história e cultura africana, afrobrasileira e indígena nas escolas.

Entenda o caso

Quatro policiais militares entraram, portando armas, na Emei Antônio Bento (Butantã), depois de terem recebido a ligação do pai. O caso ocorreu na tarde da última quarta-feira (12). O pai teria dito que a filha estaria sendo obrigada a ter aula de religião africana.

No dia anterior, terça-feira (11), o pai da criança já havia ido à escola demonstrar sua insatisfação em relação à aula e teria retirado do mural o desenho de Iansã que a filha havia feito.

Os policiais permaneceram na escola por mais de uma hora e foram embora por volta das 17h10 junto com o pai da aluna.

Em nota, a diretora Aline Aparecida Nogueira informou que a escola “não trabalha com doutrina religiosa” e que o “trabalho centrado a partir do currículo antirracista”. Ela disse ainda ter sido “coagida e interpelada pela equipe por aproximadamente 20 minutos”.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a “Polícia Militar instaurou apuração sobre a conduta da equipe que atendeu à ocorrência, inclusive com a análise das imagens das câmeras corporais”. Segundo o órgão, a professora da unidade de ensino registrou boletim de ocorrência contra o pai da estudante “por ameaça”.

A Secretaria Municipal de Educação também se manifestou sobre o caso e escreveu que “o pai recebeu esclarecimento que o trabalho apresentado por sua filha integra uma produção coletiva do grupo” e que a atividade “faz parte de propostas pedagógicas da escola, que tornam obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena dentro do Currículo da Cidade de São Paulo”.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Rovena Rosa

Abono salarial PIS/Pasep: Veja as novas regras para 2026 e quem pode perder o direito ao benefício

O abono salarial do PIS/Pasep, pago anualmente pelo governo federal a trabalhadores com carteira assinada, terá novas regras a partir de 2026.

  • O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que trabalharam durante ao menos 30 dias do ano-base (dois anos antes) e que receberam até dois salários mínimos por mês.

O limite de renda para ter direito ao benefício deixará de ser calculado com base em dois salários mínimos e passará a ser corrigido pela inflação, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Na prática, isso deve restringir gradativamente quem tem direito ao pagamento.

A mudança, que integra o pacote fiscal aprovado pelo Congresso no final de 2024, visa reduzir gastos públicos e tornar o programa mais direcionado às pessoas de renda mais baixa.

Como ficam as novas regras?

Antes da aprovação do pacote fiscal pelo governo, tinham direito a receber o valor funcionários da iniciativa privada (PIS) e servidores públicos (Pasep) que trabalharam durante pelo menos 30 dias no ano-base (dois anos antes) e receberam até dois salários mínimos por mês.

Em 2025, o pagamento do PIS/Pasep ainda seguiu as regras antigas. Receberam o benefício os trabalhadores que, no ano-base 2023, tiveram remuneração média de até dois salários mínimos — o equivalente a R$ 2.640.

O valor pago foi proporcional ao tempo trabalhado e calculado com base no salário mínimo vigente no momento do pagamento: de R$ 1.518 para quem trabalhou os 12 meses.

Agora, a PEC estabeleceu uma regra de transição que, na prática, deve restringir gradativamente quem tem direito ao benefício:

A partir de 2026, o cálculo para saber quem terá direito ao benefício será diferente. Em vez de acompanhar o aumento do salário mínimo, o limite de renda será ajustado anualmente conforme a inflação.

Assim, a tendência é que, a cada ano, menos pessoas se enquadrem nos pré-requisitos para receber o benefício. A previsão do governo é que, até 2035, só tenha direito ao valor os trabalhadores que ganharam no máximo um salário mínimo e meio por mês no ano-base.

Conforme a PEC, o salário mínimo continuará tendo um ganho real (acima da inflação, seguindo as regras do arcabouço fiscal) durante esse período de transição, mas a concessão do PIS-Pasep não vai acompanhar esses aumentos.

Enquanto a correção anual do salário mínimo é feita pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais ganho real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores (e com o novo teto de reajuste). O valor para acesso ao abono salarial será corrigido apenas pelo INPC.

Por que as regras mudaram?

Governo de São Paulo divulga calendário do IPVA 2026; pagamento à vista terá 3% de desconto

A quitação em parcela única seguirá o cronograma por final de placa ou optar pelo parcelamento em até cinco vezes

O Governo do Estado de São Paulo divulgou o calendário oficial para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) referente ao exercício de 2026. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado e estabelece as datas e condições para pagamento à vista ou parcelado.

Os proprietários que optarem pelo pagamento em cota única no mês de janeiro terão desconto de 3%, desde que respeitem a data-limite correspondente ao final da placa do veículo. Confira as datas:

Pagamento à vista com desconto (janeiro):
• Final 1 – dia 12
• Final 2 – dia 13
• Final 3 – dia 14
• Final 4 – dia 15
• Final 5 – dia 16
• Final 6 – dia 19
• Final 7 – dia 20
• Final 8 – dia 21
• Final 9 – dia 22
• Final 0 – dia 23

Quem preferir também poderá pagar o imposto em fevereiro, sem desconto, seguindo o mesmo cronograma por final de placa.
Parcelamento
O IPVA poderá ser parcelado em até cinco vezes, de janeiro a maio, desde que o valor total seja igual ou superior a 10 Ufesps. Para valores inferiores, o parcelamento será limitado a quatro ou três parcelas, conforme o montante devido.

Caminhões têm calendário próprio
Para veículos de carga, o calendário é diferenciado. O pagamento integral, sem desconto, poderá ser feito até 22 de abril. Já o parcelamento poderá ser dividido em até cinco vezes, com vencimento no dia 20 de cada mês.

Como realizar o pagamento
O contribuinte pode quitar o IPVA por meio de internet banking ou caixas eletrônicos, informando o número do Renavam e selecionando a opção de pagamento do imposto.

Fonte: JCNET

Foto: Reprodução

Atrasos e bloqueios na Floriano Peixoto irritam moradores que utilizam a via frequentemente em Botucatu

A reforma e adaptação da Avenida Floriano Peixoto, em Botucatu, continua a causar forte descontentamento entre moradores e motoristas que dependem diariamente da via. Embora a Prefeitura siga afirmando que as intervenções são necessárias para melhorias estruturais, a forma como os bloqueios e desbloqueios têm ocorrido vem gerando críticas generalizadas, especialmente pela falta de comunicação ampla e pela morosidade no andamento dos trabalhos.

Com a interdição parcial da avenida, o trânsito da Rua Major Matheus — sentido bairro-Centro — tem sido completamente direcionado para o Elevado Bento Natel. O resultado, segundo diversos munícipes, são congestionamentos constantes em horários de pico, tornando o deslocamento diário mais demorado e estressante.

Outro ponto levantado pela população é a ausência de equipes trabalhando em horários alternativos. Moradores afirmam que as secretarias envolvidas não têm adotado períodos de menor fluxo, como início da manhã, noite, sábados ou feriados — o que ajudaria a acelerar a obra sem causar tanto impacto no trânsito. A percepção é de que não há continuidade no serviço e que, muitas vezes, o canteiro parece ocioso.

A situação gera preocupação quanto ao prazo prometido pelo prefeito Fábio Leite, que declarou que a obra seria entregue até 20 de novembro. Com o tempo chuvoso dos últimos dias e o que moradores classificam como “falta de planejamento e pouca experiência em gestão de obras”, cresce a desconfiança de que o compromisso não será cumprido.

Muitos cidadãos relatam frustração com o que consideram uma marca da atual administração: entregas incompletas e intervenções prolongadas. Segundo eles, a população está cansada de receber serviços públicos “pela metade” e cobra que a Prefeitura adote uma postura mais firme no acompanhamento e fiscalização das obras.

O que diz a população

Moradores que utilizam as redes sociais e grupos comunitários para comentar a situação têm manifestado diferentes posicionamentos, entre eles:

  • Revolta com o trânsito:
    “A Major Matheus virou um caos. Todo mundo preso no mesmo desvio, ninguém aguenta mais”, relatou uma moradora do Jardim Paraíso.
  • Críticas ao cronograma:
    “Parece que ninguém trabalha à noite ou no fim de semana. Assim a obra nunca vai andar”, afirmou um comerciante da região.
  • Desconfiança sobre o prazo:
    “Prometer até 20/11 é fácil. Quero ver entregar mesmo, porque até agora só vemos chuva e obra parada.”
  • Cobrança por planejamento:
    “Faltou organização desde o começo. Não avisam, não sinalizam direito, e quem paga é a população que fica horas no trânsito.”
  • Cansaço com obras mal concluídas:
    “A cidade inteira está cansada de serviço pela metade. Queremos algo bem feito e dentro do prazo.”

Nesse ritmo, o que podemos observar de tempos em tempos é a exibição de vídeos em redes sociais do Prefeito e da Prefeitura mostrando

 

Caixa Econômica Federal publica edital de concurso com salários de até R$ 14,9 mil

A Caixa Econômica Federal lançou, nesta sexta-feira (7/11), o edital de um novo concurso público, voltado para profissionais de nível superior, com 184 vagas distribuídas entre as carreiras de arquiteto, engenheiro e médico do trabalho, além de um cadastro de reserva nacional. O documento foi publicado no Diário Oficial da União.

As inscrições poderão ser realizadas de 7 de novembro a 8 de dezembro, exclusivamente pelo site da banca organizadora Fundação Cesgranrio.  A aplicação das provas objetivas está prevista para o dia 1º de fevereiro de 2026. A seleção ainda contará com prova discursiva e avaliação de títulos.

A remuneração é de R$ 14.915 para arquitetos e engenheiros, com jornada de 40 horas semanais, e de R$ 11.186 para médicos do trabalho, com carga horária de 30 horas semanais. Além do salário, os aprovados terão acesso a assistência à saúde, previdência complementar, participação nos lucros e resultados, auxílio-alimentação, vale-refeição, vale-transporte e auxílio-creche.

Etapas

O processo seletivo contará com prova objetiva, prova discursiva e avaliação de títulos, além da verificação de cotas. O edital prevê reserva de 25% das vagas para candidatos negros, 5% para pessoas com deficiência, 3% para indígenas e 2% para quilombolas, reforçando o compromisso da instituição com a inclusão social.

As provas serão aplicadas em todas as capitais do país. A divulgação do resultado das provas e a convocação para o envio de títulos estão previstas para 11 de março de 2026, e a verificação de cotas deve ocorrer em 26 de abril.

O certame representa mais uma etapa do plano de expansão da Caixa, que já havia anunciado um grande concurso de nível médio em 2024. Agora, a nova seleção reforça o quadro técnico da instituição com profissionais especializados em áreas estratégicas como engenharia, arquitetura e saúde ocupacional.

Interessados devem acompanhar o edital completo no site da banca e no portal de concursos da Caixa para obter todas as informações sobre requisitos, etapas e cronograma.

Fonte: Correio Braziliense

Foto: Reprodução

 

Proporção de famílias de casal sem filhos quase dobra em 22 anos

Nas últimas duas décadas, o Brasil viu quase dobrar a proporção de famílias formadas por casais sem filhos. O Censo 2000 mostrou que a parcela de lares com essa configuração era de 14,9%. Já em 2022, a participação saltou para 26,9%.

A constatação está no suplemento Nupcialidade e Família doCenso 2022, divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando o IBGE soma as famílias formadas por casais sem filhos, estão incluídos os lares nos quais moram apenas os dois cônjuges e também os endereços nos quais casais moram com algum parente que não seja filho de um dos dois.

De acordo com o IBGE, nas últimas décadas houve mudança na estrutura de família. “Maior participação da mulher no mercado de trabalho, baixas taxas de fecundidade e o envelhecimento da população influenciaram no aumento do percentual de casais sem filhos”, afirma o estudo.

Casais com filhos

No sentido oposto, o Censo verificou que, pela primeira vez desde 2000, a proporção de casais com filhos representa menos da metade das 61,2 milhões de famílias identificadas.

Em 2000, os lares que abrigavam casais com filhos eram 63,6%. Dez anos depois, a parcela somava 54,9%. Já o Censo 2022 revela 45,4%.

Entre outras composições familiares, a pesquisa censitária encontrou em 2022:

  • 13,5% formadas por mulheres sem cônjuge com filhos
  • 3,8% formada por mulher sem cônjuge com filhos e com parentes
  • 2% formadas por homem sem cônjuge com filhos
  • 0,6% formadas por homem sem cônjuge com filhos e com parentes

O levantamento do IBGE considera famílias apenaspessoas que moram juntas e têm relação de parentesco entre si, isto é, não leva em conta, por exemplo, dois estudantes que compartilham um imóvel.

Unipessoais

Assim como aumentou a parcela de casas com casais sem filhos, cresceu a participação de unidades domésticas unipessoais, aquelas onde mora apenas uma pessoa. Em 2010, eram 12,2% dos lares, passando a 19,1% em 2022. Equivale dizer que, de cada cinco unidades domésticas no país, uma tem apenas um morador. No período de 12 anos, o número de pessoas nessa situação saltou de 4,1 milhões para 13,6 milhões.

Apesar desse aumento em pouco mais de uma década, a proporção brasileira de lares unipessoais fica abaixo da verificada em uma série de países, como Finlândia (45,34%), Alemanha (41,1%), França (37,78%), Dinamarca (37,57%) e Itália (36,64%).

No Reino Unido, a proporção é 30%, à frente de Estados Unidos (27,6%). Na nossa vizinha Argentina, unipessoais são 16,2% dos lares.

O IBGE identificou que no Brasil é praticamente igual o número de homens (6,84 milhões) e mulheres (6,78 milhões) que moram sozinhos. No entanto, há diferença por faixa etária. Até os 54 anos, os homens são maioria entre as pessoas que moram sozinhas. Na faixa etária de 55 a 59 anos, há equilíbrio, e de 60 anos em diante, as mulheres predominam nesse grupo.

De acordo com o pesquisador do IBGE Marcio Mitsuo Minamiguchi, a predominância feminina nos grupos de maior idade é explicada pelo fato de que elas vivem mais.

“Mulheres são mais longevas”, diz ele, acrescentando que os homens vivem mais em união conjugal nessas idades. “Eles formam casal em maior medida”, aponta.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

Rompimento de tubulação interdita trecho da Avenida Floriano Peixoto em Botucatu

Na manhã desta terça-feira (4), um suposto rompimento de tubulação provocou o vazamento de grande volume de água na Avenida Floriano Peixoto, nas proximidades do pontilhão, em Botucatu. O local já vem passando por intervenções devido a uma obra em andamento, o que pode ter contribuído para o incidente.

O vazamento chamou a atenção de motoristas e pedestres que passavam pela via, onde a água jorrava com intensidade, cobrindo parte da pista. A situação exigiu a interdição imediata do sentido Centro–Região Norte da avenida para que equipes de manutenção pudessem atuar com segurança.

A Prefeitura de Botucatu e a empresa responsável pela obra foram notificadas e, segundo informações preliminares, técnicos já estão no local para avaliar a extensão do dano e realizar os reparos necessários. A previsão para conclusão do serviço ainda não foi divulgada.

Motoristas que trafegam pela região devem ficar atentos e buscar rotas alternativas. A interdição pode gerar lentidão no trânsito, especialmente nos horários de pico. A orientação é que a população acompanhe os canais oficiais para atualizações sobre o andamento da manutenção.

Apesar do transtorno, não houve registro de acidentes ou feridos no local. A causa exata do rompimento será apurada pelas equipes técnicas.