Destaques

Mobilização na Praça do Bosque reúne 370 assinaturas contra violência às mulheres e crianças em Botucatu

Uma mobilização realizada neste sábado (28), na Praça do Bosque, em Botucatu, reuniu moradores em um ato de conscientização e combate à violência contra mulheres e crianças. A ação teve início às 11h e seguiu até as 17h, com a participação de voluntários e apoiadores da causa.

De acordo com Dra. Julia Bruder, uma das organizadoras do movimento, o objetivo foi chamar a atenção da população para casos registrados nos últimos anos na cidade e reforçar a importância da prevenção. Durante o ato, foram exibidos cartazes com informações sobre ocorrências de violência contra a mulher e também promovidas orientações sobre a necessidade de educação preventiva.

Além da conscientização, o grupo organizou dois abaixo-assinados com reivindicações voltadas ao fortalecimento de políticas públicas e medidas efetivas de enfrentamento à violência contra a mulher e à criança. Foram elaboradas três cópias de cada documento, que deverão ser encaminhadas à Prefeitura, à Câmara Municipal e ao Ministério Público.

Foram coletadas 370 assinaturas apenas no primeiro dia, a mobilização deve continuar nos próximos fins de semana na Praça do Bosque, com o objetivo de ampliar o número de assinaturas antes do protocolo oficial junto ao poder público.

Os organizadores convidam a população a participar das próximas ações e reforçam que o engajamento da sociedade é fundamental para que as reivindicações tenham relevância e resultem em mudanças concretas no município.

 

Mudanças no trânsito na Rua Capitão Tito geram transtornos e risco de acidentes após intervenções na Rodoviária

Moradores da Rua Capitão Tito, nas proximidades da Rodoviária de Botucatu, têm enfrentado transtornos no trânsito após alterações promovidas pela Semutran de Botucatu em razão das obras na região.

De acordo com relatos encaminhados ao portal, veículos estão estacionando regularmente no local e devido aos desvios proveniente da Rodoviária, obrigando o motorista do ônibus a realizar uma manobra arriscada para conseguir seguir viagem, quase provocando um acidente.

Moradores também denunciam que alguns condutores estariam avançando com os veículos de forma imprudente, chegando muito próximo das garagens das residências. “Tem carro que quase entra na nossa garagem”, relatou um morador, demonstrando preocupação com a segurança de famílias e pedestres que circulam pelo local.

As intervenções no entorno da Rodoviária têm como objetivo reorganizar o fluxo viário, mas, segundo a população, a falta de sinalização adequada e fiscalização mais rigorosa estaria contribuindo para o aumento dos problemas.

Os moradores pedem que a Prefeitura e a Semutran reavaliem as mudanças implantadas e reforcem a orientação aos motoristas, buscando garantir mais segurança, organização e respeito a quem vive na Rua Capitão Tito e imediações.

 

Grupo é flagrado correndo nu pelas ruas do Jardim Paraíso durante a madrugada

Moradores do Jardim Paraíso registraram, por volta das 4h10 da madrugada desta sexta-feira, um grupo de estudantes correndo nus pelas ruas do bairro. As imagens, feitas por um residente da região, começaram a circular nas redes sociais nas primeiras horas da manhã e rapidamente geraram repercussão entre a comunidade.

Segundo relatos preliminares, o grupo teria passado por diferentes vias do bairro em clima de euforia, surpreendendo moradores que saíam para o trabalho ou que acordaram com a movimentação e o barulho. Até o momento, não há informações oficiais sobre a identidade dos envolvidos nem sobre eventual intervenção policial.

A situação causou indignação e preocupação entre famílias do bairro, principalmente por se tratar de uma área residencial. Moradores cobram apuração dos fatos e medidas preventivas para evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer. O caso deverá ser encaminhado às autoridades competentes para análise.

Abandono e risco à segurança marcam cenário do Morro de Rubião Júnior em Botucatu

O Morro de Rubião Júnior, um dos principais cartões-postais de Botucatu, enfrenta uma situação alarmante de abandono e falta de manutenção. A denúncia foi registrada pela Rede Alpha de Comunicação após receber imagens de um munícipe mostrando as condições precárias do local, numa cidade com o novo “status” de Estância Turística de Botucatu. O cenário encontrado no local revela descaso com a conservação, sujeira espalhada e estruturas comprometidas, colocando em risco a segurança dos visitantes.

Entre os problemas mais graves estão os “balaústres” que delimitam as escadarias do mirante. Diversas peças estão soltas, outras já caíram e permanecem espalhadas pelo chão. A estrutura apresenta falhas que permitem a passagem de crianças pequenas por entre os vãos, o que representa perigo iminente de quedas. Além disso, há risco de desprendimento das peças, que podem atingir pessoas que circulam na parte inferior do morro.

Outro ponto crítico é uma antiga torre de comunicação pertencente à Prefeitura, instalada nas proximidades. Após um vendaval registrado no município, a estrutura metálica ficou envergada e apresenta sinais visíveis de ferrugem e deterioração. Utilizada anteriormente para telecomunicação, inclusive pela administração municipal e pela Guarda Civil, a torre permanece no local, oferecendo risco de colapso e possível acidente, já que está situada próxima ao acesso principal do morro.

Na rampa de acesso ao ponto turístico, outro problema chama a atenção: um espaço com acúmulo de água parada, favorecendo a proliferação de mosquitos. A situação, segundo relatos, se arrasta há meses sem solução efetiva. Moradores e visitantes cobram providências urgentes da zeladoria municipal e da Secretaria de Turismo, para que o Morro de Rubião Júnior volte a ser motivo de orgulho para Botucatu, e não exemplo de abandono em um dos seus mais importantes patrimônios naturais e turísticos.

Asissta a Reportagem:

https://www.youtube.com/watch?v=nJToBReYjZg&feature=youtu.be

Foto Capa: Fototurismo Botucatu

Nutricionista da Cozinha Piloto afirma que Laudo do Instituto Adolfo Lutz confirmou que a carne estava imprópria para consumo

O Conselho de Alimentação Escolar (CAE) de Botucatu voltou a discutir, na reunião desta quarta-feira (25), os desdobramentos do caso das carnes consideradas impróprias para consumo distribuídas na rede municipal de ensino em janeiro de 2026. O encontro foi marcado por debates acalorados entre jornalista da Rede Alpha, nutricionista da Cozinha Piloto, vereador, representantes da secretaria de educação e da Prefeitura de Botucatu.

O nutricionista da Cozinha Piloto, William Fernandes apresentou esclarecimentos adicionais sobre a atuação técnica da Secretaria de Educação e os protocolos sanitários adotados. Segundo ele, a condução do caso seguiu critérios preventivos e normativos. “Desde o primeiro alerta, adotamos medidas cautelares. Houve o bloqueio imediato da proteína, independentemente de marca ou lote, justamente para eliminar qualquer possibilidade de risco. Esse tipo de decisão não é simples, pois envolve logística, contratos e impacto direto na alimentação escolar, mas a prioridade sempre foi a segurança dos alunos, as amostras retiradas passaram por verificação visual, olfativa e laboratorial. Nem todas apresentaram indícios de deterioração. Por isso, os encaminhamentos técnicos consideraram exatamente os lotes questionados”, explicou. Ele acrescentou que toda a documentação foi registrada junto aos órgãos competentes. “Os procedimentos foram formalizados e acompanhados pela vigilância sanitária”

Sobre o descarte das carnes, o nutricionista detalhou que as decisões seguiram orientação técnica. “Quando surgiram as suspeitas, a empresa fornecedora foi imediatamente comunicada e a substituição do produto ocorreu de forma emergencial. Em paralelo, os lotes recolhidos foram isolados para evitar qualquer reintrodução na cadeia de consumo. Esse cuidado é padrão em situações de investigação sanitária”, pontuou.

Durante o debate, o jornalista Fernando Bruder reiterou os questionamentos feitos à administração municipal e destacou o impacto social do caso. “O que nos chamou atenção foi o volume de relatos semelhantes vindos de diferentes pontos da cidade. Famílias, merendeiras e até servidores relataram o mesmo problema. Nossa função como imprensa é justamente dar voz a essas denúncias provenientes da população”, declarou. Bruder também enfatizou a necessidade de comunicação institucional mais ágil. “Em episódios sensíveis, o silêncio oficial da Prefeitura amplia a desconfiança. Transparência é fundamental.”

O vice-presidente do CAE, Luciano Valin, reforçou a preocupação do conselho com os indícios observados em campo. “Quando estivemos nos locais, o odor era muito forte. Não era uma situação subjetiva. Havia registros fotográficos, relatos consistentes e preocupação legítima das famílias. Nosso papel é agir diante de qualquer suspeita que envolva alimentação escolar”, afirmou. Ele voltou a defender maior integração entre o conselho e a Secretaria de Educação. “O CAE não é adversário da gestão, mas um instrumento de controle social. Precisamos ser incluídos nos processos.”

Valin também relatou desconforto com a condução da comunicação durante a crise. “Houve momentos em que a narrativa pública não refletia o que estava sendo verificado pelos conselheiros. Isso gera desgaste desnecessário. A solução passa pelo diálogo e pela clareza das informações”, disse. Valim também solicita uma retratação pública do Prefeito Fábio Leite, pois o prefeito disse em uma emissora de rádio que a Prefeitura teria feito o Boletim de Ocorrência sobre o assunto, fato desmentido por Luciano Valim, tendo em vista não encontrar nenhum Boletim de Ocorrência nos Distritos Policiais de Botucatu.

Outros participantes da reunião também se manifestaram, destacando a relevância do episódio para o aprimoramento dos mecanismos de fiscalização. Conselheiros ressaltaram que o caso evidenciou a importância de revisões nos critérios de recebimento, armazenamento e controle de qualidade dos alimentos. “Não se trata apenas de um episódio isolado, mas de uma oportunidade para fortalecer procedimentos e evitar recorrências”, pontuou um dos membros.

Ao final, William Fernandes informou de maneira categórica que o laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz concluiu que “AS CARNES ANALISADAS ESTAVAM IMPRÓPRIAS PARA CONSUMO”. A confirmação técnica reforçou a versão apresentada pelo Conselho de Alimentação Escolar que foi amplamente divulgada pela Rede Alpha de Comunicação à toda a população botucatuensea.

Fernando Bruder ressaltou que: “A seriedade do caso e ampliou o debate sobre responsabilidades, protocolos e fluxos de comunicação entre fornecedores, poder público e órgãos de controle. Nós tinhamos certeza que a carne estava imprópria, pois acompanhei reportando em diversas partes do município, relatos e depoimentos, visualizando o estado da carne fornecida pela Prefeitura de Botucatu aos alunos da Rede Municipal de Ensino“.

O CAE reiterou que seguirá acompanhando o tema e cobrando medidas que garantam rigor técnico e transparência administrativa. O caso permanece como um dos assuntos mais sensíveis da pauta educacional do município, mobilizando famílias, profissionais da educação e autoridades locais.

Afinal, quem é o subprefeito de Vitoriana? Contradições expõem possível irregularidade administrativa em Botucatu

O Distrito de Vitoriana, um dos mais tradicionais de Botucatu, tornou-se alvo de questionamentos após informações conflitantes envolvendo cargos e salários dentro da estrutura da Prefeitura de Botucatu. A dúvida que ecoa entre moradores e servidores é direta: Quem é, de fato, o subprefeito do distrito de Vitoriana?

Segundo o site oficial da Prefeitura, www.botucatu.sp.gov.br,  o Município de Botucatu é formado pelos distritos de Cesar Neto (mais conhecido por Anhumas), Rubião Júnior e Vitoriana.

De acordo com dados disponíveis no portal oficial do município, Benedito Ferreira de Oliveira, conhecido como “Dito Ferreira”, aparece vinculado a uma função administrativa associada a um suposto “Distrito de Balneário” — denominação que não consta formalmente entre os distritos reconhecidos pelo próprio município. A inconsistência levanta um alerta imediato: como pode existir a designação de subprefeito para uma unidade administrativa que oficialmente não existe?

A situação ganha contornos ainda mais delicados diante dos valores envolvidos, segundo o Portal Transparência de Botucatu, o atual subprefeito de Vitoriana é Dáurio Pereira de Oliveira, conhecido como “Dáurio Leal”. Registros indicam remuneração mensal superior a Sete Mil reais por mês atrelada à função, custeada com recursos públicos. O nome de Dáurio Leal aponta para uma função estaria concentrada no Pronto Socorro Adulto, exercendo atividades de “humanização”, função que não é reconhecida pelos Órgãos Oficiais de Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde). Outro fator que chama atenção é, como Dáurio conseguiria manter 40 horas semanais em Vitoriana se ele cumpre escala no Pronto Socorro Adulto?

Enquanto isso, investigação feita pela REDE ALPHA indica que Dáurio Leal mantém livre acesso a áreas internas do Pronto Socorro, o que amplia as dúvidas sobre a natureza exata de suas atribuições e a compatibilidade entre função, lotação e remuneração.

Print do Portal Transparência da atuação dos subprefeitos de Botucatu

Para esclarecer a situação, a equipe da Rede Alpha esteve presencialmente na subprefeitura de Vitoriana. No local, funcionários afirmaram de forma categórica que o subprefeito em exercício seria “Dito Ferreira” há muitos anos, desde a saída do ex-subprefeito “Dadá”. Segundo os servidores, o nome de Dáurio Leal não seria reconhecido como responsável pela administração distrital. Em contato telefônico, Dito Ferreira confirmou ocupar o cargo de subprefeito de Vitoriana.

Diante do cenário, a população cobra respostas objetivas. Existem dois subprefeitos vinculados ao mesmo distrito? Há desvio de função ou falha administrativa? A ausência de clareza em cargos públicos não é mera formalidade burocrática — trata-se de transparência na aplicação do dinheiro público. Outra questão até então sem respostas é, de onde veio esse Distrito de Balneário citado pelo Portal Transparência? A Rede Alpha buscou registros na Câmara de Botucatu e também não encontrou nenhuma documentação citando que Botucatu teria esse Distrito.

A Prefeitura precisa se manifestar de maneira técnica e documental, esclarecendo a base legal das nomeações, a correta lotação dos servidores e a correspondência entre função exercida e salário recebido. Em tempos de rigor fiscal e cobrança por eficiência na gestão pública, inconsistências dessa natureza exigem explicações imediatas.

A reportagem da REDE ALPHA DE COPMUNICAÇÃO procurou na data de ontem, 23/02, o prefeito Fábio Leite, o Secretário Municipal de Administração Hércules José dos Santos,  o subprefeito de “Balneário” Benedito Ferreira de Oliveira, o subprefeito de Vitoriana Dáurio Pereira de Oliveira, porém até o fechamento da matéria não nos retornaram

Em Nota, a Secretaria de Comunicação de Botucatu relata que:

Subprefeito, assim como todos os cargos comissionados, tem flexibilidade de atuar em todas as secretárias e não fica engessado a uma situação ou região, atendendo a conveniência e a oportunidade do interesse público municipal.”

Questionado mais uma vez pela Rede Alpha sobre quem seria o subprefeito de Vitoriana, a Secretaria de comuinicação respondeu:

“O organograma da Prefeitura está disponível no Portal da Transparência, para consulta ampla e pública.”

O caso segue gerando repercussão e continuará sendo acompanhado pela Rede Alpha.

Vereador Abelardo é Contra a Investigação das Denúncias sobre a GCM pela Câmara Municipal

A sessão desta segunda-feira (23/02) na Câmara Municipal de Botucatu foi marcada por um discurso inflamado do vereador Abelardo, que adotou um tom duro ao abordar a repercussão das denúncias envolvendo a Guarda Civil Municipal (GCM) veiculadas pela Rede Alpha de Comunicação. Em sua fala, o parlamentar criticou o que classificou como uso político do tema, afirmou que o caso já está sob investigação do Ministério Público e defendeu que a população aguarde a conclusão oficial das apurações. O vereador também demonstrou irritação com a atuação da imprensa, se referindo à Rede Alpha, alegando que determinadas abordagens buscam visibilidade e podem induzir interpretações precipitadas.

Sem mencionar nomes diretamente, Abelardo fez referências à cobertura jornalística de Fernando Bruder e às críticas direcionadas aos vereadores, sustentando que há um ambiente de “politicagem” em torno do assunto. A manifestação elevou a tensão no plenário e provocou imediata repercussão nos bastidores políticos e nas redes sociais.

Discurso do vereador Abelardo na íntegra

Infelizmente, nem cito o nome da imprensa, fazendo politicagem em relação ao assunto da GCM envolvendo alguns guardas municipais, lembrando que infelizmente se usa isso e já está no Ministério Público, já está sendo investigado, aí vem certa imprensa que não vale nem falar o nome, que não tem nem mais visualizações, querendo aparecer no meio de política, supostamente também em futuras eleições, isso é lamentável, já está tendo investigação pelo Ministério Público, assim que sair o trâmite, aí vai ser tomada as medidas, então cuidado pessoal, quando você vê algo, alguma imprensa usando ou a GCM, ou usando imagem, esperem a finalização. Finalização dessa investigação, que está inclusive no Ministério Público, não caia nessa politicagem.

Aí vem criticar vereadores. Olha, os vereadores não estão investigando, vai para a ponta da praia. É uma vergonha, lamentável o negócio desse. Ainda bem que a população, a maioria, não cai nessa, nesse negócio de politicagem, de querer apresentar requerimento na casa, como se fosse o líder de tudo. No entanto, você vê, a maioria das pessoas nem estão esquentando, porque já sabe que está no Ministério Público. Aí vem essa imprensa criticar a mim, aos vereadores.

É, sempre tem aqueles que não acompanham a política e acabam sendo induzidos. Pedido por quem quer fazer politicagem, lamentável, mas parabéns ao prefeito que já está aguardando, as pessoas, os vereadores também que estão de olho, parabéns a todos, então estamos sim de olho. Se tem no Ministério Público, calma, hora que sair, o resultado vai ser divulgado.

Em relação a… e amanhã é capaz de sair manchete, entrei novamente com pedido, não foi aceito na Câmara Municipal, olha, é uma piada, né, mas tudo bem.”

 

 

Após a manifestação do vereador, o jornalista Fernando Bruder respondeu de forma crítica:

“Utilizar a tribuna da Câmara Municipal para tratar de um tema tão grave e que envolve diretamente o interesse público, revela uma atitude incompatível com a função de um vereador, cujo dever é defender a população e zelar pela transparência dos atos públicos.

O fato de o Ministério Público estar conduzindo uma investigação não exclui a função do Poder Legislativo de exercer sua atribuição constitucional de fiscalizar. Cabe a cada vereador analisar e apurar denúncias, especialmente quando envolvem questões sensíveis e de grande relevância, como as que dizem respeito à alta cúpula da Guarda Civil Municipal de Botucatu.

Lamento que, em vez de fortalecer os mecanismos de controle e garantir clareza à sociedade, opte-se por classificar o debate como ‘politicagem’. A transparência e a verdade devem prevalecer acima de disputas políticas. A população merece respostas, responsabilidade e compromisso com a ética pública.”

Entenda o caso

O episódio ocorre após o arquivamento de mais um requerimento que buscava aprofundar a análise de questionamentos relacionados à Guarda Civil Municipal e à Secretaria de Segurança. A proposta pretendia abrir espaço para a eventual criação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI), instrumento previsto para investigação parlamentar.

Embora o pedido não apresentasse caráter acusatório, a decisão reacendeu o debate sobre o papel fiscalizador do Legislativo, transparência e responsabilidade institucional. O embate entre vereador e jornalista amplia a divisão de opiniões no cenário político local e promete novos desdobramentos.

Assista a declaração do Vereador Abelardo

Salgado com larvas é encontrado por consumidora na rodoviária de Sorocaba

Uma consumidora encontrou um salgado contaminado com larvas na manhã de sexta-feira (20), na rodoviária de Sorocaba, no interior do estado de São Paulo. O caso, que traz à tona preocupações sobre higiene e segurança alimentar em estabelecimentos comerciais de alimentação, foi relatado por moradores e compartilhado em redes sociais, com referência a uma reportagem publicada pela imprensa local.

De acordo com informações da própria cliente, que estava acompanhada da mãe no momento da compra e preferiu não se identificar, o alimento parecia normal à primeira vista, mas revelou a presença das larvas após ser partido ao meio. “Antes de comermos os salgados, achei melhor abrir para ver — e foi aí que encontrei as larvas”, relatou a consumidora em posts divulgados em redes sociais.

O episódio gerou indignação entre frequentadores e usuários das redes. Em vídeos e mensagens compartilhados, muitos se disseram chocados com a situação e reforçaram a importância de maior fiscalização em pontos de venda de alimentos prontos para consumo.

Após a descoberta, os funcionários da lanchonete retiraram o item do balcão e *reembolsaram o valor pago* pela cliente. No entanto, conforme relatos, não houve uma verificação completa dos demais salgados expostos, o que levanta dúvidas sobre a extensão do possível problema de contaminação. Até o momento, não houve posicionamento oficial da administração da lanchonete sobre o ocorrido.

Especialistas em segurança alimentar ressaltam que casos como esse podem indicar falhas no armazenamento ou na manipulação dos produtos, especialmente quando estes ficam expostos por longos períodos ou sem condições adequadas de conservação. A presença de larvas em alimentos prontos para consumo é considerada um risco à saúde pública, podendo indicar também a proliferação de insetos em áreas de preparo ou exposição dos produtos.

O episódio em Sorocaba ressalta a necessidade de rígidas normas sanitárias e fiscalização constante, sobretudo em ambientes de grande circulação de pessoas, como rodoviárias e terminais de transporte. Consumidores são orientados a reportar qualquer irregularidade às autoridades de vigilância sanitária para que medidas preventivas e corretivas possam ser tomadas, evitando riscos maiores à saúde pública.