Artigos do Autor: Fernando Bruder

Bauruense condenada no 8/1 quebra tornozeleira e vira foragida

A bauruense Fátima Aparecida Pleti, 61 anos, é considerada fugitiva pela Justiça após quebrar a tornozeleira que estava usando e deixar o Brasil, segundo informa o portal de notícias UOL. Outros nove condenados ou investigados por participarem dos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro do ano passado, também quebraram suas tornozeleiras eletrônicas e fugiram.

No caso da bauruense, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou à Justiça de São Paulo, que posteriormente oficiou o Supremo Tribunal Federal (STF), que “a tornozeleira eletrônica da monitorada Fátima Aparecida Pleti deixou de funcionar, devido a rompimento de cinta”.

A SAP afirma que tenta localizá-la, mas sem sucesso até o momento.

A reportagem do portal identificou dez pessoas que fugiram para o Exterior neste ano pelas fronteiras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os destinos delas foram a Argentina e o Uruguai.

Fátima Aparecida Pleti foi condenada a 17 anos de prisão por participar de uma tentativa de golpe de Estado e por tentar abolir o estado democrático de direito. Depois do quebra-quebra em Brasília, em janeiro do ano passado, ela foi detida, mas conseguiu liberdade condicional mediante o uso de tornozeleira.

O julgamento de Fátima começou em 22 de março deste ano. Quatro dias depois, ela quebrou sua tornozeleira, segundo a Justiça. A autoridade penitenciária do governo de São Paulo informou o fato ao Judiciário duas semanas depois. No dia seguinte, em 8 de abril passado, o Judiciário estadual informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a quebra da tornozeleira. Não há mandado de prisão público. Dois advogados da empresária procurados pelo UOL não prestaram esclarecimentos após procurados por telefone e mensagem via celular.
Fonte: JCNET
Foto: Reprodução

Gália (SP): Mãe e filha sofrem acidente de carro e criança não sobrevive

Uma menina de 4 anos de idade morreu a bordo de um automóvel que colidiu com um caminhão na noite deste domingo (12), Dia das Mães, na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), a Bauru-Marília, no município de Gália. A mãe da menina, Flavia Sipliano, 42 anos, estava ao volante e foi socorrida com ferimentos.

De acordo com o registro policial, feito em Marília, por motivos ainda a serem esclarecidos o veículo onde mãe e filha estavam, um Ford Ecosport com placas de Itapuí, atingiu a traseira do caminhão que seguia no mesmo sentido, em direção a Marília, e capotou na sequência.

A menina Julia Sipliano Correia chegou a receber atendimento médico, mas não sobreviveu.

Ainda segundo a polícia, Flávia, a mãe, foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Gália, onde permaneceu hospitalizada. O caminhoneiro não se machucou. Ambos foram submetidos ao teste do etilômetro (bafômetro), que deu negativo para o consumo alcoólico. A morte da menina gerou comoção na cidade de Marília.

Fonte: JCNET

Foto: Marília Notícia

Gramado: Chuva forte provoca desmoronamento de rua e assusta moradores

A Rua Henrique Bertoluci, no bairro Piratini, em Gramado (RS), desmoronou no fim de semana após a chuva atingir a cidade. De acordo com a prefeitura, o asfalto cedeu devido a uma infiltração causada pela água.

O Rio Grande do Sul continua enfrentando chuvas e enchentes desde o começo do mês. O estado chegou a ser atingido por dois tornados.

Moradores de Gramado tiveram de deixar suas casas por causa do risco à segurança. A prefeitura informou que a rua cedeu a partir da infiltração da água da chuva. De acordo com o último boletim divulgado, no sábado (11/5), 974 pessoas se encontram fora de casa.

Rachaduras gigantes

Um caso semelhante aconteceu em 24 de novembro de 2023, quando rachaduras gigantes apareceram em diferentes áreas de Gramado, no Rio Grande do Sul. O edifício Ana Carolina chegou a desabar. Mais de 500 pessoas foram tiradas dos locais de risco e duas pessoas morreram.

O solo da região teve movimentações incomuns após fortes chuvas.

Fonte: Metrópoles

 

Taquarituba: Motorista morre após capotar carro e ficar preso às ferragens

Um homem de 36 anos morreu após capotar o carro na Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho (SP-249), em Taquarituba, no domingo (12).

O acidente aconteceu na altura do quilômetro 165. Conforme o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), com o impacto, o homem ficou preso entre as ferragens do carro.

Ainda segundo o Samu, quando a vítima foi retirada, estava em parada cardiorrespiratória e foi levada ao Hospital Santa Casa de Taquarituba, porém, não resistiu aos ferimentos.

Não foi necessária a interdição da rodovia, pois o carro ficou fora da pista.

Fonte: A Voz do Vale

 

Desenrola para MEI e micro e pequenas empresas começa nesta segunda

Os bancos começam a oferecer, a partir desta segunda-feira (13), uma alternativa para renegociação de dívidas bancárias de Microempreendedores Individuais (MEI) e micro e pequenas empresas que faturem até R$ 4,8 milhões anuais. Serão renegociadas dívidas não pagas até 23 de janeiro de 2024. Essa renegociação é importante para o pequeno empreendedor e o empreendedor individual possam obter recursos para manter as suas atividades.

A ação faz parte do Programa Desenrola Pequenos Negócios, uma iniciativa do Ministério da Fazenda, Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte com o apoio da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Essa parcela atendida é a mesma que precisa de ajuda para renegociar as dívidas e obter recursos para manter as atividades.

Brasília - Sebrae promove a campanha: Compre do Pequeno Negócio, durante o Mercado do Produtor Rural (José Cruz/Agência Brasil)
         Desenrola Pequenos Negócios oferece incentivos

Para aderir ao programa, o microempreendedor ou pequeno empresário deve contatar a instituição financeira onde tem a dívida. A orientação é buscar os canais de atendimento oficiais disponíveis (agências, internet ou aplicativo) e, assim, ter acesso às condições especiais de renegociação dessas dívidas. As condições e prazos para renegociação serão diferenciadas e caberá a cada instituição financeira, que aderir ao programa, defini-las.

De acordo com a Febraban, somente os bancos cadastrados no programa ofertarão condições de renegociação de dívidas. Caso contrário, a sugestão é renegociar dívida mesmo assim ou, então, fazer a portabilidade da dívida para uma instituição financeira cadastrada.

A recomendação para as empresas que forem renegociar suas dívidas é que busquem mais informações dentro dos canais oficiais dos bancos cadastrados. “Não devem ser aceitas quaisquer ofertas de renegociação que ocorram fora das plataformas dos bancos. Caso desconfie de alguma proposta ou valor, entre em contato com o banco nos seus canais oficiais”, orienta a entidade.

O alerta é ainda para que não sejam aceitas propostas de envio de valores a quem quer que seja, com a finalidade de garantir melhores condições de renegociação das dívidas. “Somente após a formalização de um contrato de renegociação é que o cidadão pode ter os valores debitados de sua conta, nas datas acordadas”, diz a Febraban.

O Desenrola Pequenos Negócios foi lançado pelo governo federal no dia 22 de abril. Na mesma data, foi publicada uma portaria do Ministério da Fazenda definindo a participação dos bancos nas renegociações. Só entrarão nas renegociações as dívidas vencidas há mais de 90 dias na data de lançamento do programa. Não haverá limites para o valor da dívida nem de tempo máximo de atraso.

A versão do Desenrola para as micro e pequenas empresas é um dos quatro eixos do Programa Acredita, que pretende ampliar o acesso ao crédito e estimular a economia.

Apesar de a renegociação teoricamente ter entrado em vigor em 23 de abril, dia da publicação da medida provisória, os negócios de menor porte ainda não podiam pedir o refinanciamento porque as regras não estavam regulamentadas. A partir da publicação da portaria, as instituições financeiras puderam fazer os últimos ajustes operacionais para começarem as renegociações.

Crédito tributário

O programa Desenrola Pequenos Negócios oferece incentivos tributários para que bancos e instituições financeiras renegociem dívidas de pequenas empresas. As instituições que aderiram ao programa têm direito a um crédito presumido de impostos. Não haverá custo para o governo neste ano porque a apuração do crédito presumido poderá ser realizada entre 2025 e 2029. Por meio do crédito presumido, as instituições financeiras têm direito a abater de tributos futuros prejuízos em algum trimestre. A portaria também regulamentou o cálculo desses créditos.

Segundo o Ministério da Fazenda, o crédito tributário será calculado com base no menor valor entre o saldo contábil bruto das operações de crédito renegociadas e o saldo contábil dos créditos decorrentes de diferenças temporárias. As diferenças temporárias são despesas ou perdas contábeis que ainda não podem ser deduzidas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), mas que podem ser aproveitadas como crédito tributário no futuro, o que é permitido pela legislação tributária.

A concessão de créditos tributários alavanca o capital dos bancos para a concessão de novos empréstimos. Esse incentivo não gera nenhum gasto para 2024, e nos próximos anos o custo máximo estimado em renúncia fiscal é muito baixo, da ordem de R$ 18 milhões em 2025, apenas R$ 3 milhões em 2026, e sem nenhum custo para o governo em 2027.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: reprodução/Freepik

Rio Grande do Sul: Entra em alerta máximo para nova alta dos rios; “Mais destruição”

Rio Grande do Sul iniciou a semana em alerta máximo devido ao volume das chuvas, com crescimento elevado do nível dos rios, risco de deslizamentos e quedas de temperaturas. O Vale do Taquari e o Guaíba podem ultrapassar novamente o nível de 5,5 metros nas próximas 24 horas, registrando outra cheia histórica.

Na manhã desta segunda-feira (13/5), o vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza (MDB), disse em entrevista à Globonews que “temos de contar com a possibilidade de ter mais destruição nas próximas horas”.

Boletim mais recente divulgado pela Defesa Civil estadual aponta que o número de mortes subiu para 147, com 447 municípios afetados pelas chuvas e enchentes. Mais de 500 mil pessoas seguem desalojadas. O estado chegou a ser atingido por dois tornados com o avanço da frente fria.

Até o momento, 76 mil pessoas foram resgatadas e 127 continuam desaparecidas. Não há óbito em investigação, segundo o boletim. Além disso, 806 pessoas ficaram feridas devido às chuvas que assolam o estado.

Na orla do Guaíba, foram feitas barricadas nas ruas mais próximas para evitar o aumento da água em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

Bolsa Família e restituição do IR

O estado corre contra o tempo para construir ou reconstruir a infraestrutura a fim de conter as inundações. O vice-governador afirmou que, para isso ser feito, é necessário o repasse de recursos do governo federal e a flexibilização no pagamento da dívida de cerca de R$ 90 bilhões do estado com a União.

“Uma infraestrutura inteira, que foi construída durante muitas décadas, e agora precisa ser reconstruída. Não estamos falando de obras novas”, destacou Gabriel Souza.

Na última quinta-feira (9/5), o governo anunciou a antecipação de pagamentos do Bolsa Família, auxílio gás e da restituição do Imposto de Renda para moradores do estado.

Fonte: Metrópoles

Foto: Jefferson Bernardes

São Petersburgo (Rússia): Ônibus cai em rio, e ao menos 7 morreram

Um ônibus com cerca de 20 passageiros a bordo caiu de uma ponte em um rio em São Petersburgo, na Rússia, nesta sexta-feira (10). Sete pessoas morreram e outras seis foram internadas em estado grave, segundo o serviço de emergência da cidade.

O veículo, que fazia transporte coletivo dentro de São Petersburgo, percorria uma via às margens do rio Moika nesta manhã quando começou a cambalear. Logo depois, o veículo invadiu a calçada, fez uma curva à direita completamente fora da pista, bateu em um carro na direção contrária.

Em seguida, o veículo quebrou a barreira de proteção da ponte e mergulhou no rio. Mesmo em baixa velocidade, o motorista pareceu não frear ou desacelerar o ônibus em nenhum momento.

O ônibus ficou totalmente submerso no rio, que fica no centro histórico da cidade. Autoridades locais agradeceram pessoas que passavam pelo local e mergulharam no rio para ajudar no resgate dos passageiros.

O motorista se salvou e foi detido, segundo a agência de notícias estatal russa RIA. A polícia não havia afirmado se a queda foi acidental ou proposital até a última atualização desta reportagem.

Também a última atualização desta reportagem, autoridades ainda não haviam afirmado se a causa das mortes foi afogamento ou hipotermia — em São Petersburgo, as temperaturas variavam entre 2 ºC e 7ºC nesta sexta.

O resto dos passageiros foi resgatado e passa bem, segundo a polícia.

                          Equipes de resgate ficam de pé em cima de ônibus que caiu de ponte em São Petersburgo, na Rússia 

Fonte: G1

Foto: Dmitri Lovetsky/ AP

Especialistas de Mato Grosso afastam risco da falta de arroz por conta das chuvas no Sul

Os temporais e enchentes que afetam o Rio Grande do Sul desde o fim de abril provocam mudanças no comportamento de alguns consumidores em Mato Grosso, em especial por causa de um item: o arroz. Mas há risco do cereal faltar?

De acordo com a Associação de Supermercados de Mato Grosso (Asmat), até o momento não há falta de arroz nas gôndolas, mas a expectativa é que o preço do arroz aumente mesmo com a colheita de cerca de 50% no sul e o anúncio do Governo Federal em importar arroz.

Nos supermercados de Mato Grosso, o preço do pacote de arroz de 5 kg varia entre R$26,99 e R$29,99. O gerente de supermercados, David Dias explica que alguns fornecedores não estão recebendo pedidos e que tem percebido que os clientes tem levado mais pacotes pra casa.

“Risco de desabastecimento devido aos distribuidores acredito que não vá ter, mas pode ter um desabastecimento no mercado porque as pessoas vêem as notícias e levam mais pacotes para casa”, explica.

A dona Rodes é cozinheira há 25 anos e prepara refeições para cerca de 180 pessoas por dia. Segundo ela, por mais criatividade que tenha, é impossível substituir o arroz nas refeições.

“Eu cozinho 15kg de arroz por dia e 6kg de feijão. A gente até pode cozinhar macarrão, mas não ficamos sem arroz”, conta.

Segundo a diretora executiva da Associação Brasileira das Indústrias de Arroz (ABIARROZ), Andressa Silva, o Brasil produz em média 11 milhões de toneladas do cereal por ano. Para ela, a boa notícia é que a maior parte da produção do Rio Grande do Sul já foi colhida, mas o volume de compra pode desestimular os produtores a investirem no arroz no próximo plantio, previsto para o mês de setembro.

“Antes das enchentes, cerca de 80% da produção já havia sido colhida e é possível que haja mudança de preço pela questão logística, já que percursos que levavam 3 horas agora levam 11 horas para serem feitas”, diz

Fonte: G1