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Imagens de satélite expõem avanço da derrubada de árvores na Vila dos Lavradores em Botucatu

Imagens públicas de satélite e séries temporais analisadas entre 2013 e 2024 mostram um cenário de rápida transformação urbana na Vila dos Lavradores, em Botucatu. Nas quadras residenciais e comerciais do bairro — um dos mais antigos e adensados da cidade — a expansão de áreas construídas e pavimentadas avança sobre o pouco verde de quintais e calçadas, reduzindo a cobertura arbórea e agravando ilhas de calor, enxurradas e poeira. A tendência aparece com nitidez quando se compara a sequência histórica de mapas anuais de uso e cobertura da terra do MapBiomas (1985–2024) e os timelapses do Google Earth, que permitem observar a substituição de solo exposto/vegetação por áreas de calçadas no período mais recente.

Não é um episódio isolado. Documentos técnicos que usam camadas do MapBiomas para a APA Cuesta de Botucatu confirmam a pressão urbana sobre manchas de vegetação remanescente no perímetro urbano, reforçando a necessidade de planejamento e contenção dos efeitos cumulativos da impermeabilização. Em paralelo, a própria Prefeitura divulga mapas e macrozoneamentos que atestam o adensamento na região central e seu entorno — onde se insere a Vila dos Lavradores — sem que, na mesma velocidade, se multipliquem corredores verdes, parques de bolso e metas públicas de arborização de rua.

O que as imagens mostram?

Redução visível de cobertura vegetal de quintais e calçadas: lotes que em 2018 ainda exibiam áreas permeáveis e árvores passam a apresentar, em 2020–2024, pátios cimentados, ampliações e novas coberturas. A série anual do MapBiomas — inclusive no Módulo Urbano — evidencia o crescimento de áreas urbanizadas e superfícies artificiais.

Aumento de superfícies impermeáveis: telhados, lajes e asfalto crescem em continuidade espacial, favorecendo enxurradas mais intensas nas chuvas fortes, problema já recorrente no bairro.

Por que isso importa?

Menos árvores e menos solo permeável significam temperaturas mais altas, escoamento superficial mais agressivo, alagamentos e piora na qualidade do ar. Em bairros antigos e adensados como a Vila dos Lavradores, cada supressão de árvore e cada cimentação de quintal conta — pelo impacto cumulativo.

Transparência e legalidade

Sempre que houver supressão de árvores ou intervenção em áreas de preservação permanente (APPs) urbanas (como margens de cursos d’água), é obrigatória a autorização do órgão ambiental competente e a compensação adequada, conforme a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428/2006), o Código Florestal (Lei 12.651/2012), a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/1981) e a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998). Se remoções ocorreram sem laudos e sem licenças ou em APP, há potencial enquadramento nessas normas. A Prefeitura também deve compatibilizar o adensamento previsto no zoneamento com metas de arborização urbana e drenagem sustentável. (Base legal geral; verificação caso a caso é indispensável.)

O que o poder público e os empreendedores precisam explicar agora?

1. Licenças e laudos: quais autorizações foram emitidas para supressões arbóreas e ampliações que resultaram em perda de áreas permeáveis no bairro entre 2018 e 2024?

2. Compensações: quantas árvores foram compensadas, onde e com qual taxa de sobrevivência após o plantio?

3. Plano de arborização e “parques de bolso”: quais metas, por quadra, para recuperar a sombra urbana na Vila dos Lavradores?

4. Drenagem: que intervenções de SUDS (jardins de chuva, pisos drenantes, bacias de retenção) estão previstas para mitigar as enxurradas que se intensificaram com a impermeabilização?

5. Fiscalização: quantas autuações e embargos por supressão irregular de árvores e impermeabilização ilegal foram lavrados no período?

O que dizem as bases de dados?

MapBiomas (Coleção 10, 1985–2024): plataforma oficial de referência para mapas anuais de uso e cobertura da terra no Brasil, com módulo específico para áreas urbanas e estatísticas por município.

Google Earth Timelapse: ferramenta didática para visualizar a transformação do tecido urbano ao longo do tempo (atualizada com imagens até 2021–2022).

APA Cuesta – documentação técnica (2024): inclui mapas de uso e cobertura com base no MapBiomas, contextualizando a pressão antrópica na área de influência de Botucatu.

Mapas oficiais do Município: zoneamento, macrozoneamento e mobilidade ajudam a cruzar o adensamento previsto com a carência de infraestrutura verde.

Medidas imediatas recomendadas

Moratória de supressões arbóreas no bairro até que um censo de árvores de rua seja divulgado e metas por quadra, publicadas.

Plano de drenagem verde: implantação de jardins de chuva e pisos drenantes em calçadas e estacionamentos, priorizando pontos críticos.

Transparência ativa: painel público mensal com autorizações de supressão/compensação e monitoramento por imagens de satélite do MapBiomas e mosaicos Landsat (linkados para qualquer cidadão conferir).

A Vila dos Lavradores é parte da memória viva de Botucatu. O que as imagens mostram entre 2018 e 2024 exige resposta: ou a cidade assume um pacto de reequilíbrio ambiental urbano — com metas, prazos e fiscalização —, ou seguirá perdendo o conforto térmico, a segurança contra enchentes e a qualidade de vida do bairro.

Fontes: MapBiomas – Coleção 10 (1985–2024), Módulo Urbano e estatísticas municipais; Google Earth Timelapse (atualizações até 2021–2022); documentação da APA Cuesta com mapas derivados do MapBiomas; mapas e zoneamento oficiais do Município de Botucatu; Alpha Notícias para contexto local de fiscalização e resíduos (ex.: descarte de pneus).

 

Delegadas de Botucatu e São Manuel participam de evento dos 40 anos das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs)

Nesta quarta-feira (27), o Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo, foi palco da comemoração dos 40 anos de criação das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs). O evento reuniu autoridades, delegadas e servidores da Polícia Civil para homenagear a trajetória e os avanços conquistados no combate à violência contra a mulher.

A Delegacia Seccional de Polícia de Botucatu esteve representada no evento pelas delegadas Ana Paula, titular da DDM de Botucatu, e Ana Carolina, da DDM de São Manuel, além de outros integrantes das respectivas unidades. A participação reforça o compromisso da região com a valorização e fortalecimento das políticas públicas de proteção à mulher.

Criadas em 1985, as DDMs do Estado de São Paulo foram pioneiras no país e hoje desempenham papel fundamental no acolhimento, investigação e responsabilização de crimes relacionados à violência doméstica, sexual e de gênero. O evento também destacou iniciativas de modernização e ampliação da rede de atendimento especializado.

Ministério da Saúde: Vacina do HPV avança no público-alvo, mas precisa resgatar mais velhos

O Brasil superou a média global de vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV), causador de diversos tipos de câncer, como o de colo do útero. De acordo com o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal em meninas de 9 a 14 anos atingiu 82%, enquanto a média no mundo é de 12%.

Em 2022, a cobertura era de pouco mais de 78%. O avanço na vacinação faz parte do compromisso do Brasil com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para chegar a 90% até 2030, o que faz parte das metas para erradicar o câncer de colo do útero.

Além de impulsionar a vacinação entre as meninas de 9 a 14 anos, o país  adota outras estratégias, como a inclusão de meninos no público-alvo ─ a cobertura entre eles saltou de 45,46% para 67,26% em dois anos.

Outra forma de ampliar o número de pessoas vacinadas é o chamado resgate vacinal. O Ministério da Saúde identificou que, em 2024, o Brasil tinha 7 milhões de adolescentes de 15 a 19 anos que não tinham se vacinado contra o HPV.

Em fevereiro de 2025, a pasta lançou uma campanha para vacinar esses jovens, tendo como prioritários 2,95 milhões de adolescentes de 121 municípios com as maiores proporções de adolescentes não protegidos. Apesar disso, até o último dia 21, o Ministério da Saúde contabiliza que foram vacinados apenas cerca de 106 mil jovens de 15 a 19 anos.

Estados com maior número de não vacinados, como São Paulo e Rio de Janeiro, começaram a adotar a estratégia de resgate neste mês, “o que deve ampliar a adesão nas próximas semanas”, afirma a pasta, em nota. No Rio, esse público é estimado em 520 mil pessoas.

Preocupação

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) manifestou preocupação com o número de apenas 106 mil vacinados no universo de adolescentes de 15 a 19 anos.

De acordo com o especialista em pediatria Juarez Cunha, diretor da SBIm, a “falta de informação para a população” é o grande problema para não se conseguir melhorar a cobertura vacinal dessa faixa etária.

“A gente tem que insistir mais em mecanismos, em ferramentas de comunicação que atinjam esses jovens”, diz Cunha, que presidiu a SBIm de 2019 a 2022.

“A gente sabe que não é fácil atingir esses jovens, que ainda são adolescentes, mas, se levarmos o recado de que a vacina pode evitar doenças graves como o câncer de colo de útero, tenho certeza que teremos uma maior adesão”, diz o especialista à Agência Brasil.

Cunha aponta que, para combater a hesitação das pessoas em se vacinar, é preciso reforçar cada vez mais a confiança na vacina e nos profissionais de saúde, autoridades e instituições. Ele cita também como fator de hesitação a “complacência” com doenças.

“É a falsa sensação de segurança com doenças que as pessoas nunca viram, não conhecem e acham que não precisam se vacinar”, explica o também integrante do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

A Sbim relembra dados de uma pesquisa da entidade filantrópica Fundação do Câncer, segundo a qual entre 26% e 37% dos jovens consultados não sabiam que a vacina contra HPV prevenia contra o câncer do colo do útero. Entre os adultos responsáveis, o percentual era de 17%.

Cunha defende a realização de campanhas de vacinação com horários estendidos de atendimento e presença de profissionais capacitados para tirar dúvidas da população.

Ao frisar que a população de baixa renda, principalmente as crianças, são as mais vulneráveis a doenças, Cunha defende articulação entre autoridades, sociedades médicas e a sociedade civil organizada para o país atingir os objetivos vacinais.

“Tenho certeza de que a gente vai contornar essa situação, melhorar a adesão da população brasileira”.

A vacina

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o HPV é responsável por praticamente todos (99%) os casos de câncer de colo de útero. Para cada ano do triênio 2023-2025, foram estimados 17 mil casos novos no país. O vírus também pode causar outros tipos de câncer, em homens e mulheres.

Como a principal forma de transmissão é por via sexual, a vacina contra o HPV é mais eficaz se administrada antes do início da vida sexual. Por isso, a faixa etária da vacinação de rotina é dos 9 aos 14 anos.

Ao proteger contra o vírus, a vacina previne diferentes tipos de câncer ligados ao HPV, como colo do útero, ânus, pênis, garganta e pescoço, além de verrugas genitais.

Desde 2014, o Sistema Único de Saúde (SUS) distribuiu mais de 75 milhões de doses da vacina. Em 2024, a imunização passou a ser feita em dose única.

Parceria

O tema vai ser um dos assuntos abordados pela SBIm na Jornada Nacional de Imunizações, evento da sociedade que reunirá especialistas de 3 a 5 de setembro em São Paulo.

Sobre o público-alvo da vacina, de 9 a 14 anos, Cunha demonstra otimismo em relação à cobertura. “Temos melhorado, sim, esses números, e acho que vamos conseguir, em breve, chegar até os 90%”.

O Ministério da Saúde afirmou à Agência Brasil que “tem reforçado parcerias com sociedades científicas, organizações não governamentais e o Ministério da Educação, com ações como vacinação em escolas, campanhas educativas e enfrentamento à desinformação”.

Em julho, foi sancionada a lei que cria a Política Nacional para Enfrentamento do HPV, um conjunto de medidas de saúde pública voltadas à prevenção, detecção e tratamento do Papilomavírus Humano.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Cleiton Freitas

Delegado de Botucatu participa de evento em SP sobre combate aos maus-tratos a animais

O Delegado Seccional de Polícia de Botucatu, Dr. Lourenço Talamonte Neto, participou na noite de segunda-feira (25) de um evento realizado na Câmara Municipal de São Paulo com foco na causa animal. A iniciativa reuniu autoridades e representantes de instituições públicas e privadas para reforçar o compromisso no enfrentamento aos maus-tratos contra animais.

Durante o encontro, foram discutidas estratégias de prevenção, denúncias e punição a agressores, além da importância da articulação entre os órgãos de segurança pública e a sociedade civil.

Botucatu foi destacada como referência regional na atuação contra crimes de maus-tratos. Nos últimos anos, dezenas de pessoas foram presas na cidade graças à atuação conjunta da Delegacia de Proteção Animal (DEPA) da Polícia Civil e do Departamento de Proteção Animal (DPA), vinculado à Vigilância Ambiental em Saúde. Ambos trabalham no recebimento de denúncias, investigação e responsabilização dos envolvidos.

A presença de Dr. Lourenço no evento reforça o compromisso da Polícia Civil local com o bem-estar animal e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à causa.

Banco Sicoob admite falha sobre vagas rebaixadas na Rua General Teles, em Botucatu

Casos se repetem na cidade e SEMUTRAN não se posiciona.

A polêmica sobre o uso das vagas de estacionamento em frente à agência do Sicoob Credicitrus, na Rua General Teles, em Botucatu, ganhou novo capítulo após a instituição emitir uma nota oficial reconhecendo falhas na orientação repassada por um colaborador terceirizado aos motoristas.

Segundo a denúncia, moradores relatavam que funcionários da unidade restringiam o uso das vagas rebaixadas em frente ao prédio, tratando o espaço como privativo do banco.

A prática fere a Resolução nº 302/2008 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que proíbe a destinação de áreas de via pública para estacionamento exclusivo, salvo em casos específicos como viaturas oficiais, ambulâncias, idosos e pessoas com deficiência.

Em resposta, o Sicoob admitiu que “as orientações repassadas pelo colaborador terceirizado responsável pelo apoio ao estacionamento não estão em conformidade com a legislação vigente”. Apesar de afirmar que o estacionamento foi construído em recuo dentro do terreno da agência, o banco reconheceu que não pode impedir o uso por demais motoristas.

Especialistas em mobilidade urbana lembram que a apropriação irregular do espaço público por instituições privadas gera transtornos à coletividade, além de comprometer a fluidez do tráfego e a igualdade no uso do espaço urbano.

A situação expõe não apenas a falha da cooperativa em fiscalizar a conduta de seus colaboradores, mas também a omissão do poder público municipal, já que cabe à Prefeitura garantir a correta aplicação das normas de trânsito e coibir abusos em áreas de recuo e calçadas.

A equipe de Jornalismo da Rede Alpha entrou em contato com o Secretário Adjunto em Assuntos do Transporte Coletivo e Trânsito, Rodrigo Fumes; o Prefeito Fábio Leite e a Secretária de Comunicação, Cinthia Al Lage e mais uma vez, nenhum deles quiseram se pronunciar sobre a problemática das vagas rebaixadas nas áreas de comércio de Botucatu.

Diante do caso, moradores cobram uma posição oficial da Prefeitura de Botucatu, para que haja fiscalização imediata e aplicação das penalidades cabíveis, de modo a impedir que práticas semelhantes se repitam em outras agências bancárias e estabelecimentos comerciais da cidade.

O ALPHA NOTÍCIAS continuará acompanhando outros casos como esse na cidade e a população pode enviar denúncias semelhantes para a equipe de jornalismo da Rede Alpha pelo WhatsApp: (14) 99695-5853

Agência Nacional de Aviação Civil: Agora é obrigatório colocar cremes em saquinhos para vôos internacionais

Agência Nacional de Aviação Civil divulga novas regras

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) esclarece que as regras para o transporte de líquidos em bagagem de mão nos voos internacionais estão vigentes desde 2019, por meio da Resolução nº 515, e não houve mudança normativa em relação aos procedimentos de inspeção de embarque desses itens levados por passageiros. 

A exigência de embalagens específicas para o transporte de líquidos em voos internacionais é um padrão mundialmente existente, adotado pelo Brasil e demais países signatários da Convenção de Chicago, com processos auditados internacionalmente pela Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci). 

No Brasil, esse padrão é definido pela Resolução Anac 515/2019, que traz as seguintes orientações:  

  • todos os líquidos devem ser conduzidos em frascos com capacidade de até 100 ml; 
  • líquidos conduzidos em frascos com volume acima de 100 ml não podem ser transportados, mesmo se o frasco estiver parcialmente cheio; 
  • todos os frascos devem ser colocados em uma embalagem plástica transparente, que possa ser fechada, contendo capacidade máxima de 1 litro, e devem estar dispostos com folga dentro da embalagem fechada;  
  • a embalagem plástica deverá ser apresentada para inspeção visual no ponto de inspeção de embarque de passageiros, sendo permitida somente uma embalagem plástica por passageiro. 

A embalagem tipo zip lock é uma boa prática aceita pelos aeroportos, mas não é obrigatória, considerando que a norma exige somente que a embalagem plástica possa ser fechada. O passageiro que apresentar produtos líquidos em desacordo com a regra de segurança estabelecida poderá procurar a companhia aérea e despachar esses itens, caso não possa regularizar o acondicionamento dos produtos no momento da inspeção. 

O objetivo dessas regras e do procedimento de inspeção é prevenir atos de interferência ilícita na aviação civil e garantir a segurança de todas as pessoas nos aeroportos e nas aeronaves, evitando que armas, explosivos, artefatos ou agentes químicos, biológicos, radioativos e nucleares, ou substâncias e materiais proibidos, entrem nas áreas restritas de segurança ou a bordo dos aviões. 

Modernização de equipamentos de segurança em Guarulhos (SP) 

A inspeção de segurança realizada nos voos internacionais do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) agora conta com equipamentos de última geração. Os aparelhos estão sendo instalados no terminal 3 e foram doados pelo governo dos Estados Unidos, por meio da agência de segurança de transportes daquele país, a Transportation Security Administration (TSA), após um memorando de entendimentos firmado em 2023 entre a TSA e a GRU Airport, sob supervisão e apoio da Anac e da Secretaria de Aviação Civil (SAC) do Ministério de Portos e Aeroportos (Mpor). 

As equipes de segurança do aeroporto estão passando por treinamentos específicos, com acompanhamento presencial de profissionais da TSA e da Anac. A operação dos aparelhos, que ocorre de forma gradual, deve elevar os padrões de triagem e o nível de segurança no aeroporto. 

Fonte: Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)

Foto: Reprodução

 

Polícia Civil deflagra Operação “Fraus” e investiga golpe milionário contra empresas em Botucatu

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Fraus, com o objetivo de desarticular um esquema de fraudes digitais que vinha causando prejuízos significativos a empresas de diversas regiões do país. A ação conjunta envolveu equipes da DIG de Avaré, DIG/GOE de Botucatu e o 1º Distrito Policial de Botucatu.

Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em residências de Botucatu. As investigações apontam que o grupo criminoso utilizava perfis falsos em aplicativos de mensagens para se passar por representantes de empresas reais, solicitando orçamentos e efetuando compras com cartões de crédito clonados.

Para enganar os fornecedores, os estelionatários apresentavam dados verídicos — como nomes, documentos e informações corporativas — previamente coletados na internet, conferindo credibilidade às negociações. Após a liberação dos produtos, os pagamentos eram cancelados pelas instituições financeiras quando os verdadeiros donos dos cartões identificavam o golpe.

Uma das empresas vítimas, sediada em Avaré, teve prejuízo de aproximadamente R$ 150 mil. O golpe só foi percebido dias após a entrega dos produtos, quando as transações foram estornadas.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam celulares, ferramentas elétricas, bombas hidráulicas e equipamentos eletrônicos, que passarão por perícia. Três suspeitos, com idades entre 25 e 38 anos, já foram identificados como membros da organização criminosa.

Depoimentos de testemunhas e evidências colhidas reforçam os indícios de participação dos investigados no esquema. A Polícia Civil continua as diligências para localizar outros envolvidos, recuperar os bens subtraídos e evitar novos crimes com o mesmo modus operandi.

    

Polícia Civil

Botucatu tem baixa colocação no ranking de arborização urbana e preocupa especialistas

Botucatu deixa de investir em arborização e se afasta dos padrões exigidos para gestão ambiental

Dados do Censo Demográfico 2022 mostram que apenas 77,06 % dos domicílios de Botucatu apresentam arborização urbana nas vias públicas, segundo o IBGE. Esse índice coloca a cidade entre as piores do Estado de São Paulo: em mais de 645 municípios, Botucatu ocupa a 464ª posição, uma colocação alarmante para uma cidade de porte médio.

Por outro lado, municípios vizinhos concentram excelentes performances:
Birigui lidera o ranking nacional com 98,4 % de domicílios em vias arborizadas. Seguida, por: Sertãozinho, São José do Rio Preto e Araçatuba, todas com índices acima de 96 % dos domicílios urbanos em vias arborizadas, muito acima da média nacional.